STF, Globo e o Regime de Exceção: A Maquinaria Montada para Aniquilar Bolsonaro e a Direita
Em uma análise contundente, Marco Antonio Costa disseca a aliança perversa entre o Supremo Tribunal Federal e a grande mídia, que opera como uma verdadeira maquinaria de poder para silenciar a oposição, perseguir adversários e consolidar um regime de exceção no Brasil.
O cenário político brasileiro se tornou um campo minado, onde as instituições que deveriam zelar pela democracia são as primeiras a dinamitá-la. Vivemos sob um regime de exceção que não se envergonha de seu nome, orquestrado por um Supremo Tribunal Federal (STF) que abandonou a Constituição para governar por meio de vontades monocráticas e interesses corporativistas. Nesta empreitada, o Judiciário não age sozinho; conta com o apoio sistemático e militante de uma imprensa estatizada, capitaneada pela Rede Globo, que se tornou o braço de propaganda da tirania.
A perseguição implacável à família Bolsonaro, aos seus apoiadores e a qualquer voz dissonante da direita é a prova cabal desta união nefasta. O que está em jogo não é apenas um projeto de poder, mas a própria existência do Estado de Direito, substituído por um sistema distópico onde garantias fundamentais são tratadas como meras sugestões em um “livrinho” obsoleto.
Eduardo Bolsonaro e a Denúncia Internacional
Enquanto o ex-presidente Jair Bolsonaro permanece em uma condição que pode ser descrita como de “refém do sistema”, seu filho, o deputado Eduardo Bolsonaro, ao lado de figuras como Paulo Figueiredo, assumiu a linha de frente na denúncia internacional deste regime de exceção. O trabalho de expor as vísceras do autoritarismo brasileiro ao Departamento de Estado americano e a outras instâncias globais é uma estratégia crucial, não apenas para a defesa da família, mas para a restauração da democracia no país.
A pré-candidatura de Eduardo à presidência, neste contexto, não é um movimento de vaidade, mas uma resposta tática à perseguição. Como ele mesmo afirmou, sua candidatura só seria retirada em favor da de seu pai, caso este tivesse liberdade para concorrer.
A única possibilidade de eu não me candidatar é a candidatura do presidente Jair Bolsonaro. Não vejo motivo nenhum para que ele esteja preso. Se nós estivéssemos numa democracia normal, ele seria o candidato natural. Mas na impossibilidade disso ocorrer, eu apresento o meu nome.
Este posicionamento ressoa nos Estados Unidos, onde a perseguição política é um sinal de alerta para a estabilidade democrática. No entanto, a mídia brasileira, como a GloboNews, insiste em distorcer os fatos, pintando Eduardo como um pária político isolado, ignorando deliberadamente que seu isolamento é, na verdade, um projeto ativo do regime que eles próprios sustentam.
A Grande Mídia como Braço da Tirania
O papel da Rede Globo neste cenário tenebroso é mais do que conivência; é cumplicidade ativa. A emissora transformou-se em um dos piores atores políticos da história recente do Brasil, funcionando como uma máquina de linchamento de reputações, desinformação e justificação de abusos. Como apontou o jornalista Adriles Jorge, a Globo atua de forma tão abjeta quanto os próprios arquitetos da tirania judicial.
A Globo faz um papel tão maligno, tão abjeto, quanto o de Alexandre de Moraes. (…) A Globo é um ator maligno de apoio sistemático a uma ditadura que persegue, que tortura, que exila, que tira conta bancária e censura previamente.
A emissora não apenas ecoa a narrativa do STF, mas a legitima. Justifica prisões ilegais, como a de Filipe Martins, baseada em viagens que nunca ocorreram; celebra condenações absurdas, como a de Débora Rodrigues a 14 anos de prisão; e silencia sobre mortes sob a custódia do Estado, como a de Cleriston Pereira da Cunha. A Globo não pratica jornalismo, mas militância perversa a favor de censores e perseguidores.
A Esquerda Contra-Ataca em Washington
A eficácia da denúncia internacional incomoda o sistema. Prova disso é a recente movimentação de um think tank de esquerda, o Washington Brazil Office (WBO), que enviou “ativistas” aos Estados Unidos para “desmontar a versão de Eduardo Bolsonaro”. A ironia é que, como bem lembrou a jornalista Karina Michelin, essa organização de “independente” não tem nada. Seu presidente, James Green, é um conhecido apoiador de Lula, tendo organizado manifestos pela sua libertação em 2018.
Essa comitiva, financiada com dinheiro público, tenta vender em Washington uma narrativa de normalidade democrática que não se sustenta diante dos fatos. Acreditam que podem ludibriar congressistas e autoridades americanas com a mesma retórica que usam para enganar o povo brasileiro. No entanto, o caso do X (antigo Twitter) e as sanções da Lei Magnitsky contra Alexandre de Moraes já documentaram os abusos para o mundo. A tentativa de “corrigir a história” é apenas mais uma prova de desespero.
O Cinismo Supremo: Comemorando a Constituição que Desprezam
O ápice do cinismo foi a recente celebração dos 37 anos da Constituição Federal de 1988 pelos ministros do STF. Em vídeos para as redes sociais, os mesmos magistrados que rasgam diariamente a Carta Magna discursaram sobre a importância dos direitos e garantias que eles próprios solaparam. Ministros falando sobre o Artigo 5º, que proíbe a censura, garante o devido processo legal e a presunção de inocência, soa como uma piada de mau gosto.
Como questionou Karina Michelin, onde estão esses direitos?
- A liberdade de manifestação de pensamento foi respeitada?
- O devido processo legal foi respeitado?
- A presunção de inocência foi respeitada?
- A proibição de tortura e tratamento desumano foi respeitada?
A resposta é um sonoro “não”. Esses ministros, como sacerdotes de um altar profanado, usam a Constituição como um objeto cênico para legitimar o ilegítimo. A celebração não foi uma homenagem, mas um ato falho, uma confissão pública de que estão sendo acusados, com razão, de destruir os pilares da democracia brasileira.
Destaques da Análise
- Perseguição Política: O sistema judicial, liderado pelo STF, atua para neutralizar politicamente Jair Bolsonaro e sua família, tratando-os como reféns.
- Mídia Cúmplice: A Rede Globo e outros veículos da grande imprensa abandonaram o jornalismo para se tornarem ferramentas de propaganda do regime autoritário.
- Hipocrisia Institucional: Ministros do STF celebram a Constituição enquanto violam sistematicamente seus artigos mais fundamentais, como o Artigo 5º.
- Reação da Esquerda: A mobilização de “ativistas” para desmentir as denúncias nos EUA revela o incômodo do sistema com a exposição internacional de seus crimes.
- Guerra Cultural: O ambiente de perseguição fomenta um radicalismo ideológico que vai do racismo reverso em rodas de samba a pedidos abertos de fuzilamento de opositores.
Conclusão: A Resistência é um Dever
O Brasil vive sob o jugo de uma ditadura togada, amparada por uma mídia militante e uma esquerda que flerta abertamente com o extermínio de seus adversários. Os exemplos de intolerância, como a segregação racial em uma roda de samba ou um astrólogo pedindo a pena de morte para Bolsonaro, não são casos isolados; são sintomas de uma doença profunda que corrói a alma da nação.
A normalização do absurdo é a antessala do totalitarismo completo. Ignorar a gravidade do momento é ser cúmplice do projeto de poder que visa aniquilar não apenas a direita, mas a própria liberdade. A denúncia, a resistência e a pressão popular, como a que ocorrerá na manifestação em Brasília, não são mais uma opção, mas um dever cívico e moral.
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