SHOW DA MANHÃ – URGENTE: TODOS CONTRA GILMAR MENDES – SEBASTIÃO COELHO EXCLUSIVO – 04/12/2025

Em uma decisão monocrática que abala os alicerces da República, o ministro Gilmar Mendes suspendeu a lei que permite a qualquer cidadão pedir o impeachment de ministros do STF, entregando o monopólio da ação ao PGR. A medida é vista como a blindagem final da Suprema Corte, diante de um Congresso Nacional que reage com discursos protocolares e submissão.

A Blindagem Final do Supremo Tribunal Federal

A semana política brasileira foi marcada por um dos mais audaciosos movimentos do Supremo Tribunal Federal (STF) contra os demais poderes. Em uma decisão monocrática, o ministro Gilmar Mendes efetivamente revogou trechos da Lei nº 1.079, de 1950, que há mais de 70 anos assegura a qualquer cidadão o direito de apresentar denúncia por crime de responsabilidade contra ministros da Suprema Corte. A partir de agora, segundo a vontade de Mendes, essa prerrogativa pertence exclusivamente ao Procurador-Geral da República (PGR).

Esta não é uma mera reinterpretação jurídica; é a consumação de um golpe contra o sistema de freios e contrapesos. O STF, que há anos legisla, governa e investiga sem o devido processo legal, agora se autoconcede imunidade absoluta, tornando-se uma casta intocável e irresponsável perante a nação. A decisão não apenas blinda os atuais ministros de qualquer escrutínio popular, mas também neutraliza preventivamente um futuro Congresso que, eleito pela vontade do povo, ouse exercer sua função fiscalizadora.

A reação do presidente do Senado, Davi Alcolumbre, foi um espetáculo de submissão e fraqueza, um discurso que beirou o pedido de desculpas por ousar discordar. Suas palavras, repletas de formalidades e preocupações protocolares, revelam a capitulação do Poder Legislativo.

“Esta presidência recebe com muita preocupação o conteúdo da decisão monocrática da lavra do ministro Gilmar Mendes… Se é verdade que esta casa e a sua presidência nutrem profundo respeito institucional ao Supremo Tribunal Federal, também aqui nesta relação haja reciprocidade efetiva e que seja igualmente genuíno, inequívoco e permanente o respeito do Judiciário ao Poder Legislativo brasileiro.”

Enquanto o Congresso murmura, o STF avança, consolidando um poder que nunca lhe foi outorgado pela Constituição.

Toffoli e o Teatro do Sigilo: Conexões Perigosas no Judiciário

Paralelamente à ofensiva de Gilmar Mendes, o ministro Dias Toffoli protagoniza outros capítulos que expõem a simbiose entre interesses privados e decisões judiciais, sempre sob o manto do sigilo.

A Vingança Contra a Lava Jato

Em um ato de claro revanchismo, Toffoli ordenou uma operação de busca e apreensão na 13ª Vara Federal de Curitiba, o antigo quartel-general da Operação Lava Jato. A justificativa? Uma reclamação baseada em acusações de 20 anos atrás, ressuscitada convenientemente para perseguir e desmoralizar a maior operação de combate à corrupção da história do país. É a materialização da vingança prometida por aqueles que foram alcançados pela lei e hoje utilizam o poder para reescrever a história.

O Organograma do Poder: Banco Master e Laços Familiares

A teia de relações se torna ainda mais densa quando se observa o caso do Banco Master. A advogada Roberta Rangel, esposa de Toffoli, foi sócia de Walfrido Warde, um dos principais defensores de Daniel Vorcaro, dono do banco. O caso, que envolve a menção a um parlamentar, foi parar nas mãos de Toffoli, que prontamente decretou sigilo máximo sobre todo o processo.

A desembargadora que determinou a soltura de Vorcaro, por sua vez, também é defendida por um advogado do mesmo círculo, Pierpaolo Bottini. As coincidências se acumulam, formando um organograma de poder onde laços familiares, societários e profissionais se misturam, erodindo qualquer aparência de imparcialidade e transparência. Estamos diante do que pode ser chamado de “sigilo divino”: um nível de segredo que nem mesmo outros gabinetes da Corte podem acessar, criado para proteger os amigos do poder.

A Diplomacia Paralela e o Retorno dos Condenados

Enquanto o Judiciário avança sobre as instituições, o cenário político se completa com episódios que demonstram o desprezo pela soberania e pela moralidade pública.

A Missão de Joesley Batista na Venezuela

O empresário Joesley Batista, figura central em escândalos de corrupção que envolveram o PT, viajou à Venezuela para, supostamente, negociar a renúncia de Nicolás Maduro a pedido de Donald Trump. A narrativa oficial é frágil. Batista, cujas empresas (JBS) já negociaram acordos de mais de US$ 2 bilhões com o regime chavista, age como um diplomata informal do governo petista. É a personificação da hipocrisia de uma esquerda que diz odiar bilionários, mas se ajoelha para aqueles que financiam seus projetos de poder e sustentam ditaduras amigas.

A Volta à Cena do Crime: O Mensalão Ressurge

Para completar o quadro de descalabro, figuras condenadas no escândalo do Mensalão, como João Paulo Cunha e Delúbio Soares, preparam seu retorno à política a pedido de Lula. Os mesmos que saquearam os cofres públicos e corromperam o Parlamento para comprar apoio político agora são convocados a “voltar à cena do crime”. A mensagem é clara: no Brasil governado pelo PT e vigiado pelo STF, o crime não apenas compensa, como também é credencial para o poder.

Destaques da Análise:

  • Ação de Gilmar Mendes: Suspendeu a lei que permitia ao cidadão comum pedir o impeachment de ministros do STF, centralizando o poder no PGR.
  • Submissão do Congresso: A resposta de Davi Alcolumbre foi vista como protocolar e fraca, evidenciando a subserviência do Legislativo.
  • Revanchismo de Toffoli: Ordenou uma operação contra a antiga vara da Lava Jato com base em acusações de duas décadas, num claro ato de perseguição ideológica.
  • Conflito de Interesses: A esposa de Toffoli foi sócia do advogado do dono do Banco Master, em um caso que agora está sob sigilo máximo no gabinete do ministro.
  • Retorno do Mensalão: Políticos condenados por corrupção, como João Paulo Cunha, estão sendo incentivados por Lula a retornar à vida pública.

Conclusão

O Brasil assiste, anestesiado, à consolidação de um regime autoritário de toga. A decisão de Gilmar Mendes não é um ato isolado, mas o ápice de um processo contínuo de usurpação de poder. O Supremo Tribunal Federal se tornou o poder moderador, legislador e, agora, uma entidade imune à responsabilização. Com um Congresso acovardado e uma classe política mais preocupada em se proteger do que em defender a República, o caminho para a tirania está pavimentado. A pergunta que fica não é mais “se”, mas “quando” a sociedade brasileira reagirá a esta asfixia democrática.


Qual a sua opinião sobre esta análise? Deixe seu comentário e compartilhe este artigo para ampliar o debate.

Compartilhe:

Assine o fio diário+

Venha fazer parte dessa luta pela liberdade e pelo fim do monopólio da comunicação do consórcio que hoje domina e manipula a mente de milhões de brasileiros.

Receba dicas e recursos gratuitos diretamente na sua caixa de entrada, inscreva-se, agora!