Bolsonaro passa por nova cirurgia para conter soluços crônicos

Destaques

 

  • Jair Bolsonaro passou por um procedimento para conter soluços crônicos com bloqueio do nervo frênico em 27 de dezembro.
  • O bloqueio do nervo frênico foi realizado dois dias após cirurgia aberta para correção de hérnia inguinal bilateral (25/12).
  • A família, por meio de Michelle Bolsonaro, informou que os soluços duravam cerca de nove meses e afetavam o sono.
  • Houve autorização temporária do ministro Alexandre de Moraes (STF) para saída da Superintendência da Polícia Federal (PF) para tratamento.
  • Fontes que confirmam o relato: Agência Brasil, Poder360 e Brasil de Fato.

 

Tempo de leitura estimado: 4 minutos

 

 

Bolsonaro: nova cirurgia para tratar soluços crônicos

 

No sábado, 27 de dezembro, Jair Bolsonaro voltou a ocupar o centro das atenções médicas e políticas ao passar por um procedimento para conter um quadro persistente de soluços. Segundo a informação divulgada por Michelle Bolsonaro, foi realizado um bloqueio (anestesia) do nervo frênico, estrutura responsável pelo comando do diafragma, músculo essencial para a respiração. A intervenção ocorreu dois dias após uma cirurgia aberta de hérnia inguinal bilateral, realizada em 25 de dezembro em hospital privado de Brasília, e foi descrita como concluída com sucesso pela equipe médica.

 

Bloqueio do nervo frênico — o objetivo do procedimento

 

A intervenção de 27 de dezembro teve como alvo o nervo frênico, considerado a principal via nervosa que inerva o diafragma. Na prática, o bloqueio busca reduzir ou interromper o estímulo que provoca contrações involuntárias do diafragma — mecanismo associado ao soluço. Essa descrição do método consta em reportagem da Agência Brasil e foi reiterada por Poder360 e Brasil de Fato.

 

O que é o nervo frênico e por que é central no controle do soluço

 

O nervo frênico é a principal via nervosa do diafragma, que controla os movimentos de contração e relaxamento essenciais à respiração. Quando há irritação ou estímulo anormal nessa via, podem ocorrer contrações involuntárias repetidas — os soluços. Intervir por meio do bloqueio do nervo frênico é, portanto, uma tentativa de interromper o gatilho neuromuscular responsável pelos episódios persistentes. As reportagens que detalham esse enfoque incluem a Agência Brasil, o Poder360 e o Brasil de Fato.

 

Quadro relatado: nove meses de soluços e impacto no sono

 

As reportagens informam que Bolsonaro enfrentava soluços crônicos há cerca de nove meses, com reflexos no bem-estar e no descanso.

“nove meses de luta e angústia com soluços diários”

A declaração foi registrada pela Agência Brasil. Reportagens como a do Poder360 afirmam que os soluços eram diários e prejudicavam o sono, justificando a busca por uma solução direta no nervo que aciona o diafragma.

 

Cirurgia de hérnia inguinal bilateral em 25 de dezembro

 

Em 25 de dezembro, Bolsonaro passou por cirurgia aberta para correção de hérnia inguinal bilateral em hospital privado de Brasília. Exames pré-operatórios teriam sido feitos em 24 de dezembro, e o procedimento do dia 25 transcorreu sem complicações, segundo relatos publicados na Agência Brasil e reforçadas pelo Poder360. Há também menção a registro em vídeo no YouTube sobre o procedimento do dia 25.

 

Informação pública e redes sociais: o papel de Michelle Bolsonaro

 

A confirmação do novo procedimento partiu de Michelle Bolsonaro, que detalhou o histórico de sofrimentos com o quadro de soluços. O uso das redes sociais como canal de divulgação é citado nas reportagens, que ressaltam a dependência da imprensa em confirmações de familiares e na equipe médica.

O Agência Brasil registrou a declaração de Michelle; o Poder360 relatou que o cirurgião Claudio Birolini comunicou à família que o procedimento havia sido concluído com sucesso.

“o procedimento havia sido concluído com sucesso”

 

Autorização judicial para tratamento e contexto de cumprimento de pena

 

O caso ocorre no contexto em que Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e 3 meses após condenação relacionada a uma suposta “trama golpista”. Segundo reportagens, houve autorização temporária do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), para saída da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Brasília com finalidade de tratamento. Essas informações foram publicadas na Agência Brasil.

A logística de deslocamento e a prestação de atendimento em hospital privado envolvem autorização e acompanhamento compatíveis com a condição de custodiado. Reportagens sublinham que, em um Estado de Direito, deve haver equilíbrio entre execução da pena e garantia de assistência à saúde.

 

O que se sabe sobre o resultado e os próximos passos

 

Até as reportagens citadas, a informação disponível é que o bloqueio do nervo frênico foi concluído com sucesso na tarde de 27 de dezembro, conforme o relato do cirurgião à família (Poder360). Não foram divulgados detalhes sobre tempo de internação, plano de reabilitação, prognóstico de longo prazo ou efeitos colaterais do bloqueio.

Também não há parâmetros objetivos públicos sobre melhora imediata (por exemplo, cessação completa dos episódios). Assim, o procedimento deve ser tratado como tentativa terapêutica com expectativa de melhora, cuja eficácia final dependerá da evolução clínica.

 

Por que o tema ganha repercussão: saúde, política e interesse público

 

A saúde de um ex-presidente tem dimensão pública: há o aspecto humano do acompanhamento clínico e o aspecto institucional relativo às autorizações necessárias quando há custódia. A cobertura jornalística, segundo as fontes, deve priorizar fatos verificáveis e evitar especulações políticas. As reportagens que sustentam os fatos incluem Agência Brasil, Poder360 e Brasil de Fato.

 

Conclusão: recuperação sob observação

 

A nova cirurgia marca um capítulo de intervenções médicas no fim de ano em Brasília, envolvendo um ex-presidente em cumprimento de pena com autorização judicial para tratamento. O procedimento no nervo frênico foi apontado como concluído com sucesso, mas o alívio sustentado dos soluços — descritos como diários por nove meses — dependerá da evolução clínica e de boletins subsequentes.

Para acompanhar atualizações, recomenda-se aguardar novos comunicados oficiais da equipe médica e das fontes jornalísticas citadas.

 

Fontes e Referências

 

 

Perguntas Frequentes

 

O que foi feito em 27 de dezembro?
Foi realizado um bloqueio (anestesia) do nervo frênico para tentar conter soluços crônicos. Fonte: Agência Brasil.

 

Por que a cirurgia aconteceu dois dias após outra intervenção?
Em 25/12 houve cirurgia aberta para correção de hérnia inguinal bilateral. O bloqueio do nervo frênico em 27/12 foi justificado pela persistência de soluços crônicos que vinham incomodando há meses. Fontes: Poder360, Agência Brasil.

 

O procedimento foi bem-sucedido?
As fontes noticiam que o cirurgião comunicou à família que o procedimento foi concluído com sucesso, mas não há detalhes públicos sobre melhora imediata ou prognóstico de longo prazo. Veja também: Poder360.

 

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