Bradock Show 14/01/26 – Emilinho Surita, Constantino, Silvio Navarro, Carol Sponza e Metaforando

Bradock Show (14/01/2026): Operação “Com Zero” no Banco Master, decisões de Dias Toffoli, menções a Lulinha e cenário político para 2026

No programa “Bradock Show” exibido em 14 de janeiro de 2026, com apresentação de Emilinho Surita e participação de Rodrigo Constantino, Silvio Navarro e Carol Sponza, foram discutidos desdobramentos da segunda fase da Operação “Com Zero” envolvendo o Banco Master, decisões atribuídas ao ministro Dias Toffoli (STF) no caso, revelações sobre relações pessoais citadas por veículos de imprensa, além de menções a Lulinha no contexto de investigações relacionadas ao INSS, temas de política externa (ONU, Israel e Venezuela) e articulações políticas para as eleições de 2026.

Introdução

A edição do Bradock Show do dia 14/01/2026 reuniu comentaristas para analisar uma sequência de fatos noticiados ao longo do dia envolvendo uma operação da Polícia Federal (PF), decisões judiciais atribuídas ao Supremo Tribunal Federal (STF), conexões políticas mencionadas por jornalistas e veículos como Folha/UOL, além de pautas internacionais e movimentações partidárias para a eleição presidencial de 2026.

O programa também exibiu um quadro de análise comportamental (“Bradock Metaforando”) sobre falas públicas de artistas brasileiros em premiação internacional.


Operação “Com Zero”: segunda fase, mandados e bloqueios

O programa informou que a Polícia Federal deflagrou a segunda fase da Operação “Com Zero”, com foco em apuração de ilícitos relacionados ao Banco Master e a agentes associados ao caso. Segundo o que foi relatado ao longo da transmissão:

  • teriam sido cumpridos 42 mandados;
  • houve bloqueio de R$ 5,7 bilhões;
  • foram citadas apreensões de R$ 97 mil em espécie, além de carros de luxo, relógios e uma arma;
  • um cunhado de Daniel Vorcaro teria sido detido no Aeroporto de Guarulhos ao tentar embarcar para Dubai.

H3 O que foi dito sobre o foco da investigação

De acordo com a apresentação do programa, o foco da apuração envolveria o uso de fundos e estruturas financeiras para “inflar ativos e desviar recursos”, com menção à “Faria Lima” como ambiente de atuação de fundos e investidores.

Observação de precisão institucional: a Polícia Federal é órgão vinculado ao Ministério da Justiça e Segurança Pública, com atribuição de polícia judiciária da União e investigação de crimes federais.


Decisões atribuídas a Dias Toffoli e debate sobre custódia de provas

Um dos principais pontos discutidos foi a atuação atribuída ao ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal, em decisões relacionadas ao caso. Os comentaristas afirmaram que:

  • Toffoli teria apontado “inércia” da PF, conforme noticiado, e houve reação de investigadores (segundo relato do programa).
  • teria sido determinada a entrega de provas “lacradas” ao gabinete, o que teria gerado críticas no debate.
  • posteriormente, segundo o próprio programa, teria havido recuo e encaminhamento do material à Procuradoria-Geral da República (PGR).

H3 Reportagens sobre relação pessoal citada por veículos

A bancada mencionou reportagem (atribuída à Folha/UOL) segundo a qual Toffoli manteria amizade de longa data com Roberto Podval, advogado ligado à defesa de Daniel Vorcaro, com referência a viagem para casamento na Itália em 2011.

Os comentaristas trataram esse ponto como elemento relevante para o debate público sobre impessoalidade e possível conflito de interesses, embora sem apresentar, no programa, confirmação documental além do que foi atribuído aos veículos jornalísticos.

H3 Senadores protocolam pedido de impeachment

O programa também registrou que senadores Magno Malta, Eduardo Girão e Damares Alves teriam protocolado pedido de impeachment do ministro Dias Toffoli, com menção a alegada violação a princípios como moralidade e impessoalidade.

Enriquecimento (processual): pedidos de impeachment de ministros do STF tramitam no Senado Federal, nos termos da Lei nº 1.079/1950 (crimes de responsabilidade) e do regimento interno da Casa, dependendo de admissibilidade e tramitação sob responsabilidade da Presidência do Senado.


Menções a Lulinha e conexões com investigação ligada ao INSS

Outro bloco do programa tratou de informações atribuídas ao portal Metrópoles sobre Fábio Luís Lula da Silva (“Lulinha”). Segundo a apresentação:

  • Lulinha se hospedaria em Brasília em uma mansão no Lago Sul, alugada por Roberta Luchtinger, descrita como lobista investigada pela PF.
  • a oposição teria apresentado pedidos ao STF envolvendo prisão, tornozeleira e retenção de passaporte.
  • houve menção a investigação da PF sobre suposto recebimento de valores e a intermediários já monitorados.

A bancada comparou o tratamento dado ao caso com outros episódios políticos e judiciais, discutindo percepção de assimetria de reações institucionais e midiáticas. As falas foram apresentadas como análise dos comentaristas, sem detalhamento de peças processuais durante o programa.


Quadro “Bradock Metaforando”: análise do discurso de Wagner Moura e fala de Kleber Mendonça Filho

O programa exibiu um quadro com Vitor Santos (Metaforando), que analisou sinais não verbais e aspectos retóricos em declarações públicas atribuídas ao ator Wagner Moura e ao diretor Kleber Mendonça Filho, relacionadas a um contexto de premiação (Globo de Ouro, segundo a narrativa do programa).

No segmento, foram citados elementos como:

  • postura corporal e tensão nas mãos;
  • supostas microexpressões (medo, nojo e desprezo) associadas à menção a Jair Bolsonaro;
  • leitura de narrativa política (dualidade “heróis vs. vilões”) na fala atribuída a Kleber Mendonça Filho.

Nota editorial: análises de linguagem corporal não são prova factual de intenções e devem ser interpretadas como opinião técnica do comentarista, não como verificação objetiva.


Política internacional: ONU, Israel e crise venezuelana

H3 Israel e cortes de contato com agências da ONU

O programa afirmou que Israel anunciou corte de relações com sete organizações ligadas à ONU, citando, entre as razões, críticas a relatórios e atuação institucional após os ataques de 7 de outubro. Foram mencionadas alegações sobre omissão em relação a violência sexual e comparações em listas envolvendo as Forças de Defesa de Israel (IDF).

Os comentaristas apresentaram críticas à ONU e a organizações multilaterais, classificando-as como alinhadas a agendas políticas específicas. Essas colocações foram atribuídas aos participantes.

H3 Lula, Putin e Venezuela; menção a atuação de Joesley Batista

Foi discutida a informação de que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva teria conversado com o presidente russo Vladimir Putin sobre a Venezuela e a defesa da “soberania” do país em fóruns multilaterais como ONU e BRICS (conforme alegado no programa).

A transmissão também mencionou Joesley Batista (JBS) como agente em “diplomacia paralela”, com reuniões atribuídas a interlocução em Caracas e repasse de informações a diferentes atores, incluindo autoridades dos EUA (segundo narrativa apresentada no programa).

Enriquecimento: o BRICS é um agrupamento de cooperação internacional. O Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), sediado em Xangai, é a instituição financeira criada pelo grupo para financiamento de projetos de infraestrutura e desenvolvimento sustentável.

H3 Declarações sobre Gustavo Petro

O programa citou entrevista atribuída ao senador norte-americano Rick Scott, que teria criticado reunião prevista com o presidente colombiano Gustavo Petro e feito declarações duras a respeito do líder colombiano.


Eleições 2026: Flávio Bolsonaro, Faria Lima e debate sobre “candidato gestor”

Na parte final, foram discutidas articulações políticas envolvendo Flávio Bolsonaro e interlocução com agentes do mercado financeiro. Segundo o programa:

  • um interlocutor citado como Felipe Sabará teria se reunido com representantes de bancos e casas financeiras (como JPMorgan, Itaú, Bradesco e “Capitallo”, conforme mencionado).
  • a mensagem relatada seria de que a candidatura de Flávio “vai até o fim”.
  • foi citado que haveria cobrança de apoio mais enfático do governador Tarcísio de Freitas.

O programa também mencionou publicação de Paulo Figueiredo criticando a ideia de que o Brasil precisaria de um “CEO” como presidente, defendendo que o país não deve ser tratado como empresa e sugerindo que haveria tentativa de “empurrar” nomes considerados “palatáveis ao sistema”. A bancada debateu a tensão entre perfil técnico/gestor e perfil político/ideológico.


Principais pontos (resumo)

  • PF deflagrou a segunda fase da Operação “Com Zero”, com 42 mandados e R$ 5,7 bilhões bloqueados (conforme dito no programa).
  • Um cunhado de Daniel Vorcaro teria sido detido em Guarulhos tentando embarcar para Dubai.
  • Debate sobre decisões atribuídas ao ministro Dias Toffoli (STF) quanto à custódia de provas e posterior encaminhamento à PGR.
  • Menção a reportagens sobre amizade de Toffoli com advogado ligado ao caso, segundo Folha/UOL (como relatado no programa).
  • Senadores Magno Malta, Eduardo Girão e Damares Alves teriam protocolado pedido de impeachment de Toffoli (segundo a transmissão).
  • Citações a informações do Metrópoles sobre Lulinha e uma lobista investigada no contexto de apuração relacionada ao INSS.
  • Pautas internacionais: críticas à ONU, anúncio de Israel sobre corte de contato com agências e discussão sobre Venezuela envolvendo Lula e Putin.
  • Movimentações para 2026: conversas atribuídas a Flávio Bolsonaro com agentes do mercado e debate sobre narrativa de “candidato gestor”.

Conclusão

A edição do Bradock Show de 14/01/2026 concentrou-se nos desdobramentos do caso envolvendo o Banco Master e na repercussão de decisões atribuídas ao ministro Dias Toffoli, além de discutir implicações políticas de investigações citadas no entorno do INSS e de temas internacionais (ONU, Israel e Venezuela). O programa também abordou sinais de articulação eleitoral para 2026 e analisou narrativas públicas associadas a premiações culturais.


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