Nikolas Ferreira inicia 6º dia de caminhada rumo a Brasília – Vídeo Exclusivo

Destaques

  • Nikolas Ferreira iniciou o 6º dia da “Caminhada pela Liberdade” na manhã de 24/01, por volta das 8h20, próximo à divisa entre Minas Gerais e Goiás, perto de Luziânia (GO).
  • O percurso avançou pela BR-040 com mais de 100 apoiadores, com palavras de ordem como “Acorda, Brasil”.
  • O grupo planeja chegar a Brasília no domingo (25) para um ato pró-anistia ao meio-dia na Praça do Cruzeiro.
  • A mobilização defende anistia para presos dos atos de 8 de janeiro de 2023, reage à condenação do ex-presidente Jair Bolsonaro e busca pressão sobre o debate do PL da Dosimetria.

Tempo de leitura estimado: 4 minutos

Atualizações de 24/01 sobre a caminhada do Nikolas Ferreira — resumo

As atualizações de 24/01 sobre a caminhada do Nikolas Ferreira indicam que o deputado federal (PL-MG) iniciou, na manhã deste sábado (24), o 6º dia da “Caminhada pela Liberdade” em direção a Brasília. O deslocamento ocorreu pela BR-040, com a presença de mais de 100 apoiadores, e registros de palavras de ordem como “Acorda, Brasil”, conforme noticiado pelo Poder360 e pela Metrópoles.

Onde começou o 6º dia e como foi a saída

A saída aconteceu por volta de 8h20, nas proximidades da divisa entre Minas Gerais e Goiás, perto de Luziânia (GO). O percurso seguiu pela BR-040, uma via federal que conecta regiões do Centro‑Oeste e Sudeste ao Distrito Federal. As reportagens destacaram que, além de fotos e vídeos que circularam em redes sociais, não houve relatos de outras atualizações intradiárias além do início matinal e da continuidade do trajeto (Poder360, Metrópoles).

“Acorda, Brasil”

Qual é o objetivo político da “Caminhada pela Liberdade” e o ato previsto em Brasília

Segundo as reportagens do Poder360 e da Metrópoles, a marcha tem como bandeiras principais:

  • Defesa de anistia para presos ligados aos atos de 8 de janeiro de 2023;
  • Reação à condenação do ex‑presidente Jair Bolsonaro;
  • Pressão para que o Congresso avalie a derrubada de vetos presidenciais relacionados ao PL da Dosimetria, que trata de mudanças na aplicação de penas.

A chegada está prevista para domingo (25), com um ato ao meio‑dia na Praça do Cruzeiro em Brasília, conforme relatado pelo Poder360, pela Metrópoles e pelo Frances News.

Percurso, quilometragem e cronologia

A caminhada começou em 19 de janeiro, saindo de Paracatu (MG), com trajeto estimado em cerca de 240 km. Até 23 de janeiro, o grupo havia percorrido 144 km e passou a noite em Luziânia, retomando a marcha no dia 24. As informações foram cobertas pelo Poder360, pela Metrópoles e pelo Estado de Minas.

A progressão do trajeto é relevante por motivos logísticos e de segurança — deslocamentos em rodovias federais com aglomerações exigem protocolos de proteção — e também como indicador da capacidade de mobilização do ato.

Chuva, discurso de resistência e efeito de mobilização no dia anterior (23)

Na tarde de 23 de janeiro, o deputado continuou a marcha sob chuva no trecho entre Minas Gerais e Goiás. O relato do Estado de Minas registra que o parlamentar afirmou que a experiência teria “renovado suas forças” e “acordado milhares”, o que alimentou expectativa de maior adesão.

“renovado suas forças” — “acordado milhares”

A simbologia do sacrifício físico costuma reforçar coesão interna e gerar imagens para redes sociais e imprensa, mas também eleva a atenção sobre riscos de acidente, exaustão e necessidade de suporte médico.

Apoio de Romeu Zema e discurso de “ordem e paz” na marcha

Nas atualizações, Nikolas Ferreira agradeceu ao governador Romeu Zema (Novo), via Instagram, pelo apoio ao caráter “ordeiro e pacífico” da caminhada, segundo o Poder360. O gesto tem efeitos de legitimação institucional e busca reduzir interpretações que associem a mobilização a riscos de confronto.

“ordeiro e pacífico”

Bastidores e imagens que viralizaram

A cobertura destacou elementos humanos e visuais que contribuíram para a viralização: o encontro do deputado com os pais, e um vídeo que mostra mulheres lavando os pés do parlamentar durante uma pausa — cenas registradas pelo Poder360 e pelo Estado de Minas.

Imagens desse tipo produzem leituras distintas: para apoiadores, simbolizam espiritualidade ou humildade; para críticos, podem parecer teatralização. Jornalisticamente, ajudam a explicar o alcance midiático da mobilização.

Estrutura de apoio, proteção e “mutirão de selfies”

Ao longo da marcha, houve presença de proteção policial, assessores e itens de suporte (hidratação, atendimento básico), conforme relatos do Poder360 e do Estado de Minas. A cobertura também registrou uma dinâmica descrita como “mutirão de selfies”, atraindo políticos em busca de visibilidade (Notícias ao Minuto).

Reações contrárias, PRF e restrições a protestos

Houve registro de reações de adversários: petistas teriam solicitado à Polícia Rodoviária Federal (PRF) que interrompesse a caminhada, e a PRF teria notificado o deputado — informação contestada nas matérias (Poder360, Estado de Minas).

Além disso, foi mencionada uma proibição de protestos nas proximidades da penitenciária da Papuda atribuída ao ministro Alexandre de Moraes, ação que visa prevenir tumultos mas também alimenta debates sobre amplitude de restrições a manifestações.

“Papudinha”

Episódios paralelos: atendimento médico e repercussão

Nas reportagens há menção a um participante identificado como Holiday que procurou uma UPA por lesão. Também foi relatado apoio simbólico do senador Flávio Bolsonaro (enviado desde Israel) e declarações de Nikolas criticando casos como o do resort ligado a Dias Toffoli e o Banco Master, como parte do discurso anticorrupção (Poder360, Estado de Minas).

O que está em jogo no Congresso: vetos e o debate sobre penas

Um dos objetivos declarados da mobilização é pressionar o Congresso a derrubar vetos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva sobre o PL da Dosimetria. Mudanças em parâmetros de aplicação de pena podem alterar punições e têm implicações para segurança jurídica, custos do sistema penitenciário e confiança institucional, segundo a cobertura do Poder360 e do Estado de Minas.

“Ato de consciência” e acusações de perseguição: a linha retórica

Nikolas Ferreira descreveu a caminhada como um ato “não eleitoral”, um “ato de consciência” contra o que chamou de “perseguição sistemática” (Poder360, Estado de Minas).

“não eleitoral” — “ato de consciência” — “perseguição sistemática”

Denúncias de abusos e pedidos de revisão são legítimos, mas a resposta institucional deve seguir procedimentos legais e proporcionar previsibilidade para reduzir riscos de escalada política.

O que esperar até domingo (25): chegada a Brasília e testes

Com a marcha aproximando‑se do Distrito Federal, os pontos-chave a acompanhar são:

  • Tamanho e perfil do público na Praça do Cruzeiro — usado como parâmetro político;
  • Conduta do ato e resposta das autoridades — se pacífico, reforça narrativa de ordem; se houver incidentes, pode gerar custos jurídicos e políticos;
  • Efeito prático no Congresso — se a mobilização influenciar votos sobre vetos e o PL da Dosimetria.

Conclusão

As atualizações de 24/01 confirmam um 6º dia iniciado cedo, com mais de uma centena de apoiadores na BR-040 e a meta de chegar a Brasília para um ato pró-anistia no domingo. O evento combina mobilização política, narrativa de resistência e disputa institucional em torno de penas, vetos presidenciais e do alcance do direito de protesto. O desfecho — em termos de adesão, conduta do ato e reação das autoridades — determinará se a caminhada terá impacto prático no debate legislativo ou permanecerá como episódio de forte conteúdo simbólico.

Fontes e Referências

Perguntas Frequentes

Quando e onde começou o 6º dia da caminhada?
O 6º dia começou na manhã de 24/01, por volta de 8h20, nas proximidades da divisa entre Minas Gerais e Goiás, próximo a Luziânia (GO) (Poder360, Metrópoles).
Qual é o objetivo do movimento?
Defender anistia para presos dos atos de 8 de janeiro de 2023, contestar a condenação do ex‑presidente Jair Bolsonaro e pressionar sobre o PL da Dosimetria.
Quando e onde é o ato em Brasília?
O ato está marcado para domingo (25), às 12h, na Praça do Cruzeiro em Brasília, segundo as reportagens citadas.
Houve problemas de ordem pública ou interdição?
Foram relatadas notificações e pedidos de interrupção junto à PRF e proibições de protestos próximas à Papuda, mas as matérias destacam contestação e debates sobre proporcionalidade das medidas.
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