OILUIZ TV 06-02-2026 – TIRO NO PÉ: Murilo Couto tenta zoar Flávio Bolsonaro, mas cria a melhor propaganda dele!
Quando a zoeira vira campanha: oiluiz TV conta a história do “Meu amigo Flávio” (e ainda sobra tempo pra falar de calvície)
No vídeo do canal oiluiz TV, apresentado por Luiz (Oi Luiz), o humor vem com aquele combo clássico: ironia, comparação inesperada e uma boa cutucada na internet. O tema da vez é simples e delicioso de acompanhar: quando alguém tenta “tirar onda” de um político, mas a piada sai do controle — e acaba virando propaganda de graça. No meio disso tudo, ainda entra um merchan capilar, porque a vida é assim mesmo.
Introdução
Com o jeitão debochado e bem narrativo, Luiz pega uma situação que muita gente já viu acontecer online: uma piada nasce com intenção de zoar… e termina sendo abraçada pelo público do “alvo” como se fosse um presente embrulhado.
A linha do vídeo é justamente essa: mostrar como a internet tem dessas, atravessa bolhas, ignora intenção e transforma meme em combustível. E, na história contada por ele, quem tentou brincar acabou virando “marqueteiro involuntário”.
O ponto de partida: quando o “vilão” vira ícone
Logo no começo, Luiz puxa um exemplo que, segundo ele, é o clássico “caso escola”: Tropa de Elite (2007).
O paralelo com Capitão Nascimento
Na narrativa do vídeo, o apresentador lembra que o diretor José Padilha e o ator Wagner Moura teriam imaginado o Capitão Nascimento como um sujeito para causar horror — o tipo de personagem duro, violento, impaciente, que não seria exatamente “pra aplaudir”.
Só que, como Luiz descreve, a recepção popular foi outra: o personagem virou ícone pop, virou frase repetida, virou estampa… e, principalmente, virou símbolo para uma galera que começou a associar aquilo com uma visão “linha dura” que muita gente aplaudiu.
A moral desse começo, no tom do vídeo, é direta: o Brasil real nem sempre reage como a intenção do artista — e muito menos como uma “bolha” esperando que todo mundo pense igual.
O caso Murilo Couto: a piada que virou jingle
Aí o vídeo “corta pra ontem” (no ritmo de contar história mesmo) e entra o assunto principal: Murilo Couto e a música feita para zoar Flávio Bolsonaro.
“Era deboche”… só que colou
Luiz descreve a cena como aquele tipo de momento constrangedor-perfeito de palco: Murilo contando que foi seguido nas redes sociais por Flávio, ficando naquela dúvida moderna de “eu zoava… agora ele me segue… e agora?”.
E é nesse cenário que nasce a tal música — feita com ajuda de IA, do jeito que a internet gosta: meio improvisada, meio absurda, e totalmente grudenta.
O apresentador insiste num ponto que é o coração do episódio: a música é daquelas que ficam na cabeça, mesmo quando a pessoa não quer. E quando isso acontece, pronto: a “zoeira” já ganhou vida própria.
O meme atravessa bolhas (e vira campanha sem querer)
Segundo Luiz, o que era pra ser ironia virou munição perfeita para viralização: a música sobe, vira assunto, roda rede social, entra em looping na cabeça das pessoas… e o nome “Flávio” começa a ser repetido por todo canto, sem que ninguém precise escrever textão, fazer panfleto ou abrir thread de 40 tweets.
No humor do vídeo, a conclusão é quase uma regra da internet: meme circula mais rápido que discurso. E quando gruda, vira símbolo cultural — mesmo que tenha começado como piada.
Um intervalo inesperado (e bem “a cara do YouTube”): o merchan da calvície
No meio do vídeo, Luiz faz aquela virada típica: sai da treta-meme-política e entra num assunto universal… a testa aumentando.
Helio e a “ciência trabalhando enquanto você dorme”
Com piadas sobre entradas, clareiras e “estacionamento de shopping”, o apresentador encaixa a propaganda do Helio, um tratamento capilar com promessa de resultados nas primeiras semanas e acompanhamento online com tricologista, além de fototerapia a laser.
É aquela pausa no caos: a internet pegando fogo, jingle viralizando… e alguém lembrando que o tempo passa e o cabelo às vezes vai junto.
O fechamento: quem não entende meme vira cabo eleitoral do inimigo
Voltando ao tema principal, Luiz fecha com a ideia de que, em 2026 (na lógica do vídeo), a internet funciona assim: quem tenta lacrar, ironizar ou debochar sem entender a dinâmica do compartilhamento corre o risco de fazer propaganda pro “lado errado” — e de graça.
E ainda sobra espaço para mais uma passada de humor: no fim, entra a divulgação das camisetas “Oi Luis”, vendidas como peças feitas para “irritar” certos grupos e render aquele “chilique” clássico — tudo no tom provocativo e brincalhão do canal.
Destaques do vídeo
- A comparação entre Tropa de Elite e o fenômeno do “vilão que vira herói pop”.
- A história do Murilo Couto e a música “Meu amigo Flávio” ganhando vida própria.
- A ideia de que meme atravessa bolha melhor do que discurso político.
- A defesa bem humorada de que piada vira jingle mais fácil do que marqueteiro cria slogan.
- O merchan no meio do caminho: tratamento capilar Helio com piadas sobre calvície.
- O encerramento com a vitrine do canal: camisetas “Oi Luis” e chamada pra engajamento.
Conclusão
No clima leve e provocativo, o vídeo do oiluiz TV transforma um caso de internet em historinha bem contada: alguém tenta zoar, o público abraça, o meme explode — e, quando a pessoa percebe, já virou trilha sonora de discussão política.
Luiz mantém o tom de stand-up narrado, com exageros, analogias e aquela sensação de “isso só acontece aqui”. E, no fim, fica a mensagem do episódio: na internet, intenção é só o começo — quem manda mesmo é o compartilhamento.




