PAULA MARISA 06/02/2026 – Saída POLÊMICA de Carol de Toni e a VIRADA de Flávio
Saída de Carol de Toni do PL e acordos para 2026: Paula Marisa analisa impacto nacional e repercussão no PL Mulher
No episódio, a jornalista e apresentadora Paula Marisa comenta a decisão da deputada federal Caroline de Toni (SC) de deixar o PL, relacionando o movimento a negociações partidárias para 2026 — especialmente envolvendo a estratégia do PL em Santa Catarina, a articulação com PP e União Brasil e a pré-candidatura presidencial de Flávio Bolsonaro. A análise também aborda críticas de eleitores sobre a comunicação do PL Mulher nas redes.
Introdução
A movimentação de Caroline de Toni no tabuleiro eleitoral de 2026 saiu do campo das especulações e passou a ser tratada como fato político relevante. No vídeo, Paula Marisa organiza as peças de um debate que envolve não apenas Santa Catarina, mas também acordos nacionais entre partidos de centro e direita, a disputa por vagas ao Senado e as prioridades do PL para compor alianças regionais.
O pano de fundo, segundo a jornalista, é a busca de uma composição que maximize palanques estaduais e apoio partidário ao projeto presidencial de Flávio Bolsonaro, ao mesmo tempo em que reorganiza candidaturas ao Senado em estados-chave — como Santa Catarina e Rio Grande do Sul.
Carol de Toni fora do PL: o que está em jogo em Santa Catarina
Paula Marisa parte de reportagens publicadas na imprensa para explicar o motivo central do rompimento: para concorrer ao Senado em 2026, Caroline de Toni precisaria estar em uma legenda que lhe garantisse espaço na chapa majoritária. Na leitura apresentada, o PL teria sinalizado preferência por uma composição que acomodasse a pré-candidatura de Carlos Bolsonaro ao Senado por Santa Catarina, após a mudança de domicílio eleitoral.
A jornalista menciona que a negociação envolveria um acordo político mais amplo com forças como PP e União Brasil (citados no vídeo como parte de uma federação/aliança), com impacto direto sobre a montagem da chapa em SC. Nessa lógica, a permanência de De Toni no PL poderia significar, na prática, a inviabilização de sua candidatura ao Senado — o que explicaria a decisão de trocar de partido dentro da janela partidária.
A entrevista regional e o relato de bastidores
Um dos trechos centrais do vídeo é a menção a uma entrevista atribuída a Caroline de Toni a um veículo local (citada como “Jornal Razão”), na qual a deputada descreve a existência de um acordo nacional e afirma ter recebido convites de outras siglas — incluindo possibilidade de assumir presidência estadual em alguns partidos.
Paula Marisa destaca dois pontos a partir desse relato:
- A decisão de sair seria preventiva, para evitar ficar sem tempo de mudança partidária e sem alternativa para viabilizar a candidatura ao Senado;
- O caso evidenciaria a força de negociações nacionais, que por vezes se impõem sobre arranjos locais.
Para onde Caroline de Toni pode ir: Novo aparece como destino mais provável
O vídeo chama atenção para o que seria uma costura em andamento com o Partido Novo, que teria interesse em lançar De Toni ao Senado. A apresentadora avalia que esse movimento, se confirmado, pode alterar a disputa em Santa Catarina e tensionar acordos previamente planejados.
Ao tratar do tema, Paula Marisa amplia a análise para além de nomes específicos e afirma que a presença de lideranças conservadoras em diferentes partidos — inclusive assumindo diretórios estaduais — pode mudar a correlação de forças dentro do campo da direita, reduzindo dependência de uma única legenda.
A costura nacional e a pré-candidatura de Flávio Bolsonaro
Outro eixo do vídeo é a hipótese de que alianças estaduais (SC, RS e outros) estariam sendo negociadas como parte de um arranjo maior para consolidar apoio a Flávio Bolsonaro na corrida presidencial de 2026.
Paula Marisa observa que partidos do chamado “centrão” tendem a exigir contrapartidas concretas — como composição de chapas estaduais, espaço em disputas ao Senado e apoio regional — e relaciona isso ao que chamou de “jogo político nacional”. Também menciona que pesquisas recentes estariam indicando crescimento do nome de Flávio, o que aumentaria o apetite de aliados potenciais.
Rio Grande do Sul: reflexos do acordo na disputa ao Senado e ao governo
O vídeo conecta o cenário de Santa Catarina ao Rio Grande do Sul, citando reportagens sobre movimentações do PP no estado e a possibilidade de alinhamento com a candidatura de Luciano Zucco (PL) ao governo estadual. Nesse contexto, Paula Marisa discute o efeito dominó das alianças: se o PP exigir espaço numa eventual chapa, isso pode impactar diretamente a composição ao Senado.
A apresentadora menciona ainda nomes ventilados ou já posicionados no debate ao Senado no RS, como Marcel van Hattem (Novo) e Sanderson (PL), além do desempenho de figuras como Eduardo Leite, apontado como competitivo em levantamentos de intenção de voto citados no vídeo.
A análise enfatiza um ponto: a disputa pelo Senado em 2026 é tratada como estratégica porque pode influenciar a correlação de forças em Brasília, inclusive na agenda de indicação e controle institucional.
PL Mulher e redes sociais: cobrança por apoio público a Flávio
Atendendo a pedidos de seguidores, Paula Marisa comenta uma reportagem citada como do UOL que apontaria ausência de postagens do PL Mulher em apoio explícito à pré-candidatura de Flávio Bolsonaro. A jornalista concorda que a comunicação poderia ser mais ativa, mas acrescenta um elemento relevante: segundo ela, Michelle Bolsonaro estaria afastada da presidência do PL Mulher desde dezembro, após desgastes internos em episódios políticos citados no vídeo.
Com isso, a apresentadora sugere que a falta de publicações não deveria ser atribuída automaticamente a Michelle, e sim a uma possível desorganização de comunicação partidária.
Críticas à coerência da direita no Congresso e a pauta trabalhista
Na parte final, Paula Marisa amplia o foco e faz críticas a votações e posicionamentos de parlamentares que se apresentam como direita, citando exemplos de projetos e votações que, na avaliação dela, contrariam um discurso liberal-conservador.
Ela também comenta a discussão sobre o fim da escala “6×1” e defende que o debate deveria ser feito com foco em “hora trabalhada, hora paga”, apontando que a comunicação política pode distorcer posicionamentos e gerar desgaste.
Principais pontos do episódio
- Caroline de Toni deixa o PL e busca viabilizar candidatura ao Senado em 2026, segundo o cenário descrito no vídeo.
- A disputa em Santa Catarina é tratada como parte de um acordo nacional envolvendo PL, PP e União Brasil e a acomodação de nomes ao Senado.
- O Partido Novo aparece como destino provável para De Toni, com potencial de alterar a disputa no estado.
- A pré-candidatura de Flávio Bolsonaro é apresentada como eixo de alianças, com impacto em diferentes estados, incluindo o Rio Grande do Sul.
- Paula Marisa registra cobrança sobre o PL Mulher por apoio público nas redes e contextualiza a situação interna do grupo.
- O vídeo termina com críticas a incoerências legislativas e defesa de maior rigor do eleitor ao escolher candidatos.
Conclusão
Ao organizar informações publicadas e comentários de bastidores relatados por atores políticos, Paula Marisa descreve a saída de Caroline de Toni do PL como um movimento que transcende Santa Catarina e expõe a lógica de negociações nacionais para 2026. A análise conecta disputa ao Senado, alianças do centrão e comunicação partidária, com atenção especial ao impacto dessas decisões na construção de palanques e no equilíbrio de forças no Congresso.
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