OILUIZ TV 07-02-2026 – DESESPERADOS: Malu Gaspar revela novo escândalo do STF e apavora togados!
Kali de Brasília: oiluiz TV compara a “dança” de Alcolumbre ao enterro da CPMI do Banco Master
No vídeo de hoje do canal oiluiz TV, o humorista e apresentador Luiz Galeazzo (Oi Luiz) pega pesado na ironia — daquele jeitinho bem característico — para comentar a mistura explosiva entre STF, Senado, CPMI do Banco Master e bastidores de Brasília. O resultado é uma narração que parece piada… mas com cara de “isso aqui tá sério demais”.
Introdução
Com a leveza de quem conta uma história no bar (mas escolhendo bem as pauladas), Luiz transforma a política brasileira numa espécie de mitologia própria. A abertura já entrega o tom: ele puxa Kali, a deusa hindu associada a destruição e caos, e faz uma adaptação bem “versão Congresso Nacional”.
A ideia do vídeo é simples e eficiente: enquanto na mitologia Kali destrói dançando, em Brasília teria gente destruindo investigações do mesmo jeito — sorrindo, rebolando e deixando a coisa desabar ao redor.
A “Kali versão Brasília”: dança, deboche e CPMI indo pro chão
Logo no começo, Luiz Galeazzo pinta a cena como se fosse um espetáculo: troca-se o templo pelo Congresso e entra em cena Davi Alcolumbre, descrito no vídeo como alguém que “dança” enquanto o que morre não é o universo — são CPMIs, investigações, transparência e um pedacinho da democracia de brinde.
Na metáfora, se na iconografia de Kali sempre tem um cadáver no chão, aqui o “corpo estendido” seria a CPMI do Banco Master. E Luiz vai empilhando comparações: Titanic batendo no iceberg com capitão fazendo passinho, boneco inflável de posto de gasolina… tudo para reforçar a imagem de um país pegando fogo e uma liderança “animando o velório”.
STF no palco: “teatro grego” e o modo vítima
Em seguida, o vídeo muda o foco para o Supremo. Luiz descreve um momento no STF como um “teatro grego”, com Alexandre de Moraes (Xandão) e Dias Toffoli em cena reclamando de vedações da magistratura — num tom que ele tira sarro, como se fossem “freiras pobres pedindo doação no metrô”.
A provocação do apresentador é direta: na visão dele, não combina falar como se estivesse faltando dinheiro quando a realidade do cargo é recheada de privilégios. Daí vem uma das imagens mais repetidas pelo humor do canal: gente muito bem paga reclamando como se estivesse “no vale-transporte e marmita fria”.
O “menos” da Malu Gaspar
Um ponto que Luiz destaca como virada na cena é a entrada da jornalista Malu Gaspar, que aparece no vídeo como quem não compra o chororô institucional. Ele descreve a reação dela como um “meu filho, menos” — só que “menos com tapa na cara”, do tipo que interrompe a encenação.
A partir daí, o apresentador encaixa o assunto do momento: a conversa sobre código de ética para ministros do STF, que ganhou força justamente por causa das polêmicas envolvendo o Banco Master.
Palestras, transparência e “quem paga a conta?”
No vídeo, Luiz insiste num ponto: ninguém estaria dizendo que ministro “não pode dar palestra”. O que ele coloca como centro da discussão é transparência — saber quem paga e quanto paga, além de gastos que, segundo ele, circulam por aí em forma de hotel, jatinho e outras “gentilezas” bancadas por terceiros.
Na mesma linha, ele afirma que o problema não seria alguém ser sócio de empresa, mas sim situações em que conflitos de interesse parecem bater na porta. O apresentador vai costurando essas críticas com a sensação de que, quando apertados, alguns poderosos mudam rápido de postura: “no poder é leão, quando começa investigação vira hamster gripado”.
Banco Master, pressão e o medo de uma CPMI andar
Voltando ao Congresso, Luiz Galeazzo reforça: já haveria assinaturas suficientes para uma CPMI do Banco Master, e a tese do vídeo é que isso deveria andar — mas estaria sendo segurado.
E aí entra a pergunta que o vídeo martela com humor e desconfiança: por que segurar? Na narrativa do apresentador, quando alguém “puxa o fio”, vem junto campanha, tesouraria, fundo de pensão, gente próxima, parente, aliado… aquela novela que, se começar, aparece personagem até do capítulo perdido.
Luiz também comenta a ideia de que, se ficar feio demais, poderiam tentar empurrar uma “CPI só no Senado”, mais controlada e com menos alcance — descrita no tom do vídeo como uma investigação “capenga”.
Bastidor mais quente: “toga pressionando o Senado”
Um dos momentos mais tensos (mesmo no meio da zoeira) é quando Luiz menciona a possibilidade de ministros do STF pressionando o Senado para barrar a CPMI. No texto dele, isso vira a imagem perfeita do “sistema em autoproteção”, com justificativa de que a investigação poderia “desgastar a imagem” do Supremo — e o apresentador devolve com ironia: o desgaste não viria da CPMI, mas do que está acontecendo.
Destaques do vídeo
- A comparação entre Kali e Davi Alcolumbre, com a “dança” simbolizando destruição de investigações.
- O STF descrito como palco de “teatro grego”, com ministros em modo reclamação.
- A participação de Malu Gaspar como voz que corta o vitimismo e pressiona por explicações.
- O debate sobre código de ética, palestras e a cobrança por transparência.
- A tese de que há um esforço para barrar a CPMI do Banco Master e “blindar geral”.
- A ideia de bastidores tensos: pressão institucional, medo de convocações e do fio puxar mais gente.
Conclusão
O vídeo do oiluiz TV segue aquele estilo que o público já conhece: piada afiada, metáfora exagerada e um monte de imagem absurda — tudo para falar de um tema que, no fundo, é bem real. Luiz Galeazzo monta um retrato debochado de Brasília, onde, enquanto a crise ferve, tem gente preferindo fazer coreografia e tratar investigação como inconveniente.
No fim, fica a sensação que o próprio vídeo entrega: quando o discurso vira vitimismo e a reação vira blindagem, é porque alguém está com medo do que pode aparecer quando a luz acender.
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