O Show da Manhã 25/02/2026, apresentado por Marco Antônio Costa, reuniu Rubinho Nunes e Steh Papaiano para comentar, em sequência, críticas ao Judiciário e ao que chamaram de “ativismo judicial”, a entrevista de Fernando Haddad à jornalista Daniela Lima e os efeitos de medidas tributárias sobre importações. Na segunda metade do programa, o debate migrou para o caso envolvendo Margareth Menezes e questionamentos sobre cachês e Lei Rouanet, avançou para o tema Banco Master/CPMI do INSS e, depois, para uma discussão sobre cultura com a participação de Josias Teófilo. O episódio também exibiu um vídeo do Metrópoles sobre o casamento de João Campos e Tábata Amaral e encerrou com uma vinheta crítica ao STF.
Ao longo do Show da Manhã 25/02/2026, os participantes também divulgaram ações de apoio ao projeto do canal e ao site, além de lerem mensagens do público. Para mais conteúdos e contexto político, o programa citou o trabalho do Portal Fio Diário.
Abertura do Show da Manhã 25/02/2026: críticas ao Judiciário e menção a tragédia em Minas
O programa começou com Marco Antônio Costa dando boas-vindas à audiência e apresentando Steh Papaiano e Rubinho Nunes. Na conversa inicial, os participantes discutiram a influência do “politicamente correto” e a atuação de magistrados, associando o tema ao que chamaram de “tiranias judiciárias” em diferentes países e ao papel do Judiciário em debates públicos.
Na sequência, Marco Antônio interrompeu o fluxo político para registrar uma tragédia causada por chuvas em Minas Gerais, citando cidades atingidas e informando um canal de doações, antes de retomar a pauta nacional.
Trechos do episódio
- [03:47] “ascensão de tiranias judiciárias pelo mundo inteiro” — ver trecho
- [06:24] “chuva histórica… trinta e seis pessoas que morreram” — ver trecho
Show da Manhã 25/02/2026 e a entrevista de Haddad: economia, IBGE e aumento de impostos
Depois da abertura, o programa exibiu um trecho de entrevista em que Daniela Lima questiona Fernando Haddad sobre por que dados econômicos não estariam “comovendo” o eleitorado. Haddad respondeu citando pesquisa e afirmando que a economia teria perdido espaço no ranking de preocupações do brasileiro.
Na reação, Marco Antônio Costa, Steh Papaiano e Rubinho Nunes comentaram a fala do ministro e conectaram o tema a críticas sobre carga tributária, déficit e desempenho de estatais. Steh citou pesquisa e argumentou que parte da população perceberia piora econômica, enquanto Rubinho associou medidas tributárias a aumento de custos em itens de consumo e equipamentos, mencionando também a “taxa das blusinhas” e comparações com políticas de abertura de mercado.
Marco Antônio ainda leu e comentou uma notícia sobre elevação de imposto de importação, citando uma resolução e listando categorias de produtos afetados, afirmando que a mudança seria implementada no âmbito do Ministério da Fazenda.
Falas do programa
- Fernando Haddad (trecho exibido): “a economia… foi perdendo lugar pra outros temas”
Trechos do episódio
- [09:30] “por que… continuam achando que a economia está indo pro buraco” — ver trecho
- [09:51] “onze por cento… consideravam a economia o principal problema” — ver trecho
- [11:26] “metade dos brasileiros entende que a economia piorou” — ver trecho
- [17:30] “governo leva imposto sobre importados para… evitar colapso” — ver trecho
Margareth Menezes, TCU e Lei Rouanet no Show da Manhã 25/02/2026
Na transição de temas, Marco Antônio Costa passou a tratar do caso envolvendo Margareth Menezes, citando que ela teria recebido um cachê de R$ 290 mil em apresentação de Carnaval. Ele mencionou o deputado Ubiratan Sanderson e o TCU, além de comentar a repercussão política do assunto.
Steh Papaiano afirmou que, na visão dela, o tema se conectava a aumento de impostos e gasto público, e sugeriu instrumentos de fiscalização, como requerimentos de informação e convocações em comissões. Rubinho Nunes leu e comentou uma postagem atribuída à ministra, destacando trechos em que ela se apresenta como “mulher negra” e diz seguir orientações da Comissão de Ética da Presidência. Na sequência, Steh e Rubinho discutiram como interpretaram a estratégia de resposta e voltaram a defender apuração e esclarecimentos.
Trechos do episódio
- [31:35] “recebeu duzentos e noventa mil reais” — ver trecho
- [32:46] “requerimento de informação… perguntando… quanto foi” — ver trecho
- [37:32] “o problema do cachê… tem sido recorrente” — ver trecho
Banco Master, Renan Calheiros e limites de comissões: CPI, CAE e STF
O programa então exibiu um trecho de reportagem (atribuída à CNN no debate) sobre Daniel Vorcaro e a diferença entre CPI e comissão temática, destacando que a comissão não teria “poder de polícia”. A partir disso, Marco Antônio Costa e os convidados comentaram a atuação de Renan Calheiros e a tentativa de dar protagonismo ao tema no Senado.
Em outro trecho exibido, a reportagem mencionou avaliação de que o STF poderia impor limites caso a comissão avançasse além de suas prerrogativas. Rubinho Nunes afirmou que, na leitura dele, a presença de Renan Calheiros em um tema indicaria risco de desfecho “em pizza” e criticou o que chamou de falta de protagonismo de senadores paulistas em contraste com a atuação de Renan.
Trechos do episódio
- [43:09] “comissão… não tem poder de polícia” — ver trecho
- [48:41] “supremo… pode impor um freio” — ver trecho
- [49:40] “ele é… um dos maiores pizzaiolos da república” — ver trecho
CPMI do INSS, Vorcaro e delações: conexões políticas e reação no programa
Na sequência, Marco Antônio Costa exibiu um trecho de fala de Marcel Van Hattem em que ele cita supostas ligações entre figuras do Executivo e do Judiciário com o Banco Master, incluindo menção a contratos e encontros “fora da agenda”. Logo depois, Rubinho Nunes comentou notícias sobre delações de ex-dirigentes do INSS, citando “Lulinha” e políticos do centrão, e o programa voltou ao tema da CPMI.
Outro trecho exibido tratou da ausência de Vorcaro e da intenção do presidente da CPMI do INSS, senador Carlos Viana, de recorrer ao STF contra decisão atribuída ao ministro André Mendonça. Marco Antônio e Rubinho discutiram a relevância de ouvir o empresário, mesmo que ele optasse por permanecer em silêncio, e avaliaram que o tema poderia se prolongar no calendário político.
Trechos do episódio
- [62:37] “a esposa do Moraes cento e vinte e nove milhões de reais” — ver trecho
- [63:34] “exdirigentes do INSS fecham delação e entregam Lulinha” — ver trecho
- [66:02] “vai pedir pra Daniel Vorcaro comparecer sim à CPMI” — ver trecho
Casamento de João Campos e Tábata Amaral: vídeo do Metrópoles e debate sobre “normalização”
Após uma vinheta apresentada como “além da imaginação”, Marco Antônio Costa introduziu um vídeo do Metrópoles sobre um coroinha de 13 anos, Pedrinho, que teria tirado fotos com autoridades durante o casamento de João Campos e Tábata Amaral, incluindo Geraldo Alckmin e Alexandre de Moraes.
Depois da exibição, Marco Antônio e Steh Papaiano comentaram o enquadramento do vídeo e disseram que o foco do debate, para eles, não era a criança, mas a forma como figuras públicas eram apresentadas. Rubinho Nunes afirmou que a reportagem usaria a “inocência” do menino para normalizar a proximidade com autoridades e avaliou que parte da população não acompanharia discussões institucionais sobre separação de Poderes.
Trechos do episódio
- [72:23] “uma viagem… além da imaginação” — ver trecho
- [74:11] “um coroinha de treze anos… tirou foto com… Alexandre de Moraes” — ver trecho
- [79:55] “a matéria… normalizar a presença das figuras” — ver trecho
Josias Teófilo no Show da Manhã 25/02/2026: hegemonia cultural, Teatro Municipal e documentário
Na reta seguinte, Marco Antônio Costa recebeu Josias Teófilo e leu uma pergunta atribuída a Adrilles Jorge sobre por que governos de direita “entregariam” a cultura à esquerda, citando o Teatro Municipal de São Paulo. Josias respondeu que haveria hegemonia da esquerda no setor e que a direita, quando chega ao poder, não teria um programa cultural estruturado, o que levaria a concessões e baixa cobrança posterior.
Steh Papaiano perguntou sobre o lançamento de um novo filme, e Josias disse que a estreia estava prevista para março, com foco em Bruno Tolentino e críticas ao que ele chamou de “establishment cultural”. Ele citou debates sobre MPB, cinema e a formação de uma “cultura para exportação”, além de mencionar autores e interpretações sobre miscigenação e história do Brasil.
Rubinho Nunes entrou com uma pergunta sobre a resistência a críticas no meio cultural, e Josias respondeu com exemplos de debates públicos e com críticas a leituras identitárias, afirmando que haveria influência de patrocinadores e instituições. O bloco também abordou, em falas dos participantes, a presença de filmes sobre ditadura em contraste com outros temas históricos e a discussão sobre leis de incentivo e patrocínio privado.
Como referência externa citada no programa, Marco Antônio Costa mencionou uma notícia do veículo Poder360 sobre imposto de importação; o conteúdo pode ser consultado em Poder360.
Trechos do episódio
- [89:32] “qual a razão… entregar a cultura pra esquerda” — ver trecho
- [90:42] “existe uma hegemonia da esquerda na cultura” — ver trecho
- [93:49] “vai ser em março… Bruno Tolentino foi uma grande figura” — ver trecho
- [104:48] “a arrogância dessas pessoas… vem de uma elite” — ver trecho
Encerramento: superchats, mobilização e vinheta final sobre STF
No fim, Marco Antônio Costa retomou mensagens do público (superchats), voltou a comentar impostos e mencionou mobilização para manifestações em 1º de março, além de divulgar programação e temas que seriam acompanhados no Senado. Steh Papaiano se despediu e o apresentador encerrou a transmissão.
Após o encerramento, entrou uma montagem com narração crítica ao STF e trechos de falas em plenário, incluindo menções a ministros e frases exibidas no vídeo final. O programa concluiu com uma chamada à participação política e à “guerra cultural”, conforme a narração apresentada.
Assim, o Show da Manhã 25/02/2026 percorreu, em ordem, críticas ao Judiciário, debate econômico sobre Haddad e impostos, questionamentos sobre cultura e cachês, o caso Banco Master/INSS e uma entrevista sobre hegemonia cultural, fechando com recados ao público e a vinheta final. A cobertura e a organização dos temas foram apresentadas como parte do trabalho editorial do Portal Fio Diário.
Trechos do episódio
- [137:55] “valeu beijo… e até amanhã se deus quiser” — ver trecho
- [138:56] “olhe com atenção enquanto o brasil é saqueado” — ver trecho




