SHOW DA MANHÃ – NIKOLAS FERREIRA ENTRA NA MIRA DA ESQUERDA – 26/01/2026

 O episódio do Show da Manhã apresentado por Marco Antônio Costa reuniu Paula Marisa, Steh Papaiano, Felipe Pedri e, mais tarde, Gustavo Segre para discutir três frentes principais: a repercussão de uma marcha atribuída à mobilização de Nikolas Ferreira, a leitura dos convidados sobre o enquadramento do ato por veículos de imprensa e um bloco de comentários sobre denúncias e conexões políticas envolvendo um banco. Na reta final, o programa ainda abriu espaço para um segmento de “além da imaginação”, com críticas a um conteúdo sobre comportamento e relações afetivas.

Introdução

O Show da Manhã desta edição foi ao ar com foco em acontecimentos políticos e culturais que dominaram o debate nas redes: a marcha marcada por chuva, imagens aéreas e relatos de participantes; a divergência entre apoiadores e críticos sobre o significado do ato; e, em paralelo, a discussão sobre denúncias de corrupção e relações entre agentes políticos, instituições e interesses privados. Ao longo do programa, os convidados alternaram análises sobre mobilização, discursos públicos, redes sociais e o papel da imprensa na seleção de recortes e ênfases.

Ficha do Programa

  • Programa: Show da Manhã
  • Apresentação: Marco Antônio Costa
  • Convidados: Paula Marisa, Steh Papaiano
  • Participações: Felipe Pedri, Gustavo Segre
  • Plataformas: transmissão com menção a múltiplas redes (YouTube e outras)
  • Vídeo (íntegra): https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw

Abertura, bastidores e o clima pós-marcha: “12 horas” e desgaste físico

Logo no início, Marco Antônio Costa abriu a edição dando boas-vindas ao público e anunciando Paula Marisa e Steh Papaiano como convidadas fixas do dia, além de contextualizar que o programa acompanharia o impacto do ato que havia mobilizado apoiadores. No tom de “bastidor”, o apresentador destacou o esforço físico ligado à marcha, descrevendo a duração e o desgaste.

Paula Marisa, ao cumprimentar a audiência, pediu engajamento e mencionou a importância de curtidas para alcance do conteúdo, além de saudar quem participou do ato. Já Steh Papaiano entrou na conversa com comentários sobre o cansaço e a recuperação física, em registro bem-humorado, citando que não foram apenas militantes anônimos, mas também figuras públicas que sentiram o impacto do trajeto.

Em meio a essa introdução, Marco Antônio também adiantou que haveria participação de Felipe Pedri, que entraria para relatar o evento mais de perto.

Citações (conforme a transcrição estruturada):

  • Paula Marisa (convidada) pediu que o público “curtisse” para ajudar no algoritmo e “parabenizou” os participantes da marcha.
  • Marco Antônio Costa (apresentador) descreveu as “12 horas” do deslocamento e reforçou o componente físico do ato.

Assista a este trecho no YouTube a partir de 00:02:07: https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw&t=127s

Marcha, chuva e imagens aéreas: leitura política e simbolismo do ato

Com a exibição de imagens (incluindo tomadas aéreas), Marco Antônio Costa afirmou que o público presente chamava atenção mesmo sob “chuva forte”, tratando o comparecimento como dado central para avaliar a dimensão do evento. No bloco, a conversa girou em torno do que os convidados enxergaram como sinalização de base social, capacidade de mobilização e rearticulação.

Paula Marisa analisou a marcha sob o prisma da simbologia e da retomada de fôlego político. Ela situou o ato como parte de um processo de reorganização da direita e comentou os efeitos de episódios anteriores que, segundo ela, teriam desmobilizado parte do público. Na mesma linha, apontou que futuras manifestações deveriam ser “orgânicas”, reforçando a defesa de movimentos que não dependam apenas de estruturas formais.

Quando questionada por Marco Antônio sobre impactos fora dos grandes centros, Steh Papaiano conectou a repercussão do evento com o sentimento de “esperança” na base e descreveu Nikolas Ferreira como um elemento de unificação, responsável por catalisar energias dispersas. Na leitura dela, o efeito do ato transbordaria para cidades menores ao reativar conversas locais e engajamento cotidiano.

Citações (conforme a transcrição estruturada):

  • Marco Antônio Costa (apresentador) comentou que as imagens aéreas mostravam “um público impressionante” apesar da chuva.
  • Paula Marisa (convidada) falou sobre a importância de “remobilizar” e defendeu que próximas ações sejam “orgânicas”.
  • Steh Papaiano (convidada) avaliou que Nikolas Ferreira funcionou como “elemento unificador” e devolveu “esperança” à base.

Assista a este trecho no YouTube a partir de 00:07:13: https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw&t=433s

Relatos de participação e a tese da mobilização “orgânica” nas redes até 2026

Na sequência, Marco Antônio Costa passou a palavra a Felipe Pedri, introduzindo o convidado como alguém que acompanhou a marcha e poderia trazer registros e vídeos. No relato, Pedri sustentou que a mobilização teria contornado barreiras de alcance e “censura” (termo usado no debate do programa), gerando um efeito de convocações descentralizadas.

O foco do bloco foi menos a logística do evento e mais a leitura estratégica: Pedri associou o fenômeno à força de redes sociais, à capacidade de engajar por fora de circuitos tradicionais e ao possível impacto eleitoral futuro. Ele projetou continuidade do movimento e relacionou esse tipo de mobilização ao horizonte de 2026, citando que o impulso poderia permanecer.

Steh Papaiano também reforçou, em comentário próximo, o que chamou de tentativa de enquadrar negativamente o ato, criticando a ideia de tratar “caminhar” como algo criminoso no debate público.

Citações (conforme a transcrição estruturada):

  • Felipe Pedri (participação) analisou que Nikolas Ferreira teria rompido barreiras e gerado mobilização “orgânica”, projetando reflexos até 2026.
  • Steh Papaiano (convidada) classificou como “absurda” a leitura de que caminhar seria crime e elogiou a estratégia do deputado.

Assista a este trecho no YouTube a partir de 00:17:27: https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw&t=1047s

Cobertura da mídia e enquadramentos: do tamanho do ato ao foco em incidentes

Em outro momento, Marco Antônio Costa afirmou que parte da cobertura midiática teria adotado recortes específicos para enquadrar o evento, mencionando que houve ênfase em aspectos negativos e em episódios paralelos (como um incidente envolvendo raio, citado no programa) em detrimento do debate sobre o volume de participantes e as condições climáticas.

O bloco reuniu observações sobre linguagem, escolha de manchetes e o que os convidados interpretaram como disparidade de tratamento quando comparado a outras manifestações. Paula Marisa seguiu a linha de crítica ao desequilíbrio de atenção, sugerindo que certos temas recebem menos apuração ou menos destaque do que deveriam. A conversa conectou o tema “marcha” a um debate mais amplo: qual é o critério de noticiabilidade, que fatos viram manchete e quais ficam periféricos.

Citações (conforme a transcrição estruturada):

  • Marco Antônio Costa (apresentador) disse que viu “viés” na cobertura e citou o foco em um “incidente de raio” como exemplo de recorte.
  • Paula Marisa (convidada) comparou a diferença de tratamento midiático entre escândalos e destacou o que chamou de disparidade de investigação.

Assista a este trecho no YouTube a partir de 00:24:22: https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw&t=1462s

Denúncias sobre banco, conexões políticas e questionamentos sobre relações institucionais

Um dos eixos mais densos do episódio reuniu críticas e hipóteses levantadas pelos comentaristas sobre denúncias envolvendo um banco (citado como Banco Master no programa), conexões com nomes da política e suspeitas sobre relações entre interesses privados e estruturas institucionais.

Gustavo Segre entrou na transmissão e, além de cumprimentar a equipe, mencionou que sua cidadania brasileira estaria perto de ser finalizada. Em seguida, passou ao mérito do tema: ele analisou o caso mencionado, citou Guido Mantega e levantou perguntas sobre como redes de influência operariam quando existem conexões familiares e proximidade com instâncias de poder — com referências a discussões relacionadas ao STF no programa.

Paula Marisa, em paralelo, argumentou que relações pessoais e familiares poderiam sustentar engrenagens de favorecimento e afirmou que faltariam investigações mais profundas por parte da imprensa sobre tais conexões.

Em outro trecho, Steh Papaiano demonstrou irritação com o que descreveu como complexidade e ramificações de casos de corrupção, citando ainda um episódio relacionado a um “resort” e alegações de irregularidades ambientais atribuídas a um ministro (mencionado no programa como Toffoli), sempre no registro de comentário e indignação.

Citações (conforme a transcrição estruturada):

  • Gustavo Segre (participação) analisou denúncias envolvendo Banco Master, citou Guido Mantega e levantou questionamentos sobre redes de influência e parentesco com relação ao STF.
  • Paula Marisa (convidada) disse que conexões e relações familiares podem facilitar corrupção e criticou a ausência de maior investigação midiática.
  • Steh Papaiano (convidada) afirmou frustração com a complexidade do tema e citou o caso do “resort” associado a Toffoli e alegações ambientais.

Assista a este trecho no YouTube a partir de 00:28:17: https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw&t=1697s

Segmento “Além da Imaginação”: debate sobre masculinidade, feminilidade e discursos contemporâneos

O programa também abriu espaço para um segmento descrito por Marco Antônio Costa como “Além da Imaginação”, a partir de um artigo mencionado no ar sobre homens “afeminados” serem desejados por mulheres. A proposta serviu como gancho para uma conversa de costumes sobre estética, papéis de gênero e mudanças geracionais.

Steh Papaiano rebateu a premissa do conteúdo citado, defendendo a valorização de referências tradicionais de masculinidade e feminilidade nas relações. Gustavo Segre, por sua vez, falou em mudanças geracionais e também sustentou uma visão favorável a papéis tradicionais e a certos padrões estéticos. Paula Marisa ampliou o debate ao afirmar que determinadas correntes ideológicas teriam produzido efeitos negativos para mulheres em dimensões biológicas e psicológicas, criticando o que chamou de “ideologia sexual revolucionária”.

Citações (conforme a transcrição estruturada):

  • Marco Antônio Costa (apresentador) apresentou o tema como parte do quadro “Além da Imaginação”, citando o artigo sobre homens “afeminados”.
  • Steh Papaiano (convidada) criticou duramente a premissa e defendeu masculinidade e feminilidade tradicionais.
  • Gustavo Segre (participação) comentou mudanças geracionais e também defendeu papéis tradicionais.
  • Paula Marisa (convidada) analisou criticamente impactos do feminismo e de ideologias sexuais na vida das mulheres.

Assista a este trecho no YouTube a partir de 00:09:55: https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw&t=595s

Encerramento e recados finais

No fechamento, Marco Antônio Costa agradeceu aos convidados, retomou a programação do canal e encerrou a edição, depois de transitar por política, mídia, denúncias e costumes, mantendo o formato de mesa-redonda com participações remotas e inserção de vídeos.

Assista a este trecho no YouTube a partir de 00:19:22: https://www.youtube.com/watch?v=aK3ltsY_Ccw&t=1162s

Conclusão

O episódio do Show da Manhã acompanhou a repercussão de uma marcha atribuída à mobilização de Nikolas Ferreira, reunindo relatos e interpretações sobre o tamanho do ato e seus efeitos políticos, além de críticas ao enquadramento da imprensa. Em paralelo, o programa debateu denúncias e conexões políticas em torno de um banco citado no ar e abriu um bloco de costumes sobre relações, estética e papéis de gênero, com leituras divergentes sobre mudanças sociais e seus impactos.

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Marco Antonio Costa

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