SHOW DA MANHÃ – URGENTE: CAÇADA A RAMAGEM É MARCADA POR ABUSOS DA PF – 28/11/2025

Engenharia do Caos: O Plano Sistemático para Destruir Estatais, Perseguir Bolsonaro e Silenciar o Brasil

A análise de Marco Antonio Costa expõe a estratégia deliberada de sucatear empresas como Correios e Eletronuclear para justificar privatizações a aliados, enquanto o sistema judicial, liderado pelo STF, avança com uma perseguição implacável contra Jair Bolsonaro e seus apoiadores.

A política brasileira contemporânea deixou de ser um campo de debate de ideias para se tornar um laboratório de engenharia do caos. O que assistimos não é fruto do acaso ou da incompetência, mas sim um projeto meticuloso e orquestrado para desestruturar o Estado, enfraquecer a oposição e, ao final, consolidar um poder hegemônico. A tática é clara: levar instituições e empresas públicas à ruína para, em seguida, apresentar soluções drásticas que beneficiam apenas o próprio grupo político e seus aliados econômicos.

Enquanto isso, a máquina de perseguição judicial, operada com seletividade e sadismo, foca em aniquilar simbolicamente seus adversários. Os casos da Eletronuclear e dos Correios, somados à cruzada pessoal de Alexandre de Moraes contra Jair Bolsonaro, não são eventos isolados; são peças interligadas de um mesmo quebra-cabeça autoritário, montado à luz do dia e com o aplauso de uma mídia cúmplice.

O Desmonte Programado das Estatais

A situação da Eletronuclear e dos Correios é emblemática. Empresas que, em gestões anteriores, apresentavam superávits e operavam com eficiência, agora sangram prejuízos bilionários e pedem socorro ao Tesouro Nacional — ou seja, ao bolso do contribuinte. O Ministério Público pedir ao TCU um acompanhamento financeiro da Eletronuclear é apenas a ponta do iceberg de uma derrocada anunciada.

“Funciona assim: a gente leva ao poder um grupo criminoso. Esse grupo pega estatais como Correios, como Eletronuclear, e faz com que elas, que estavam superavitárias, prosperando, sejam demolidas. Vamos agir como uma praga de gafanhotos, vamos devastar tudo.”

Essa estratégia, como aponta a análise, serve a um duplo propósito. Primeiro, abre caminho para que essas empresas, agora sucateadas, sejam vendidas a “preço de banana” para grupos econômicos alinhados ao poder. Segundo, cria uma narrativa de caos contra a qual o próprio governo se posiciona como “salvador”, mantendo sua militância engajada na luta contra um problema que ele mesmo fabricou.

Correios: Ineficiência, Monopólio e Cabide de Emprego

O caso dos Correios é ainda mais gritante. Além do rombo que pode chegar a R$ 10 bilhões em 2025, a estatal serve como palco para recompensas políticas. O ex-presidente da empresa, Fabiano Silva dos Santos, integrante do grupo “Prerrogativas”, pediu demissão e receberá mais de R$ 300 mil nos próximos seis meses para atuar em um escritório de advocacia alinhado ao PT.

A defesa do ministro Fernando Haddad, que se esconde atrás da palavra mágica “universalização”, é uma afronta à inteligência do cidadão. Que universalização é essa, se os Correios, protegidos por um monopólio mantido pelo STF, não conseguem sequer entregar correspondências em comunidades dominadas pelo crime organizado no Rio de Janeiro ou em Fortaleza? A “universalização” tornou-se apenas uma senha para justificar o desperdício de dinheiro público e a manutenção de uma estrutura ineficiente e aparelhada.

A Perseguição Implacável a Bolsonaro

Paralelamente à destruição econômica, opera-se a asfixia judicial. A decisão do ministro Alexandre de Moraes de manter sob seu controle as execuções penais dos condenados de 8 de janeiro, contrariando a praxe de enviar os processos para as varas de execução penal locais, é mais uma prova do caráter excepcional e personalista de suas ações. O objetivo é claro: garantir que não haja brechas ou interpretações legais que possam oferecer qualquer tipo de alívio aos seus alvos, em especial a Jair Bolsonaro.

“Seria cômico se não fosse trágico, porque a gente precisa encarar todos os dias e deixar bem claro que a intenção desses caras é terminar o que o Adélio começou.”

A obsessão do sistema em manter Bolsonaro sob constante pressão e humilhação é evidente. A saúde do ex-presidente, fragilizada desde o atentado sofrido em 2018, é ignorada. Suas crises de soluço e refluxo, que exigem cuidados específicos, são tratadas com descaso, em uma clara demonstração de tortura institucional.

A Mídia como Ferramenta de Tortura Psicológica

Nesse cenário, parte da imprensa abandona o jornalismo para atuar como porta-voz do regime. A intervenção de Otávio Guedes, da GloboNews, questionando a capacidade de Bolsonaro de manusear um ferro de solda sem se queimar sob efeito de remédios, é um exemplo de jornalismo vil, que busca criar narrativas falsas para desumanizar o alvo. A tentativa de associar um simples reparo na tornozeleira a uma intenção de fuga é ridícula e expõe a falta de conexão desses jornalistas com a realidade — confundindo um pequeno ferro de solda eletrônica, comum em qualquer casa, com um equipamento industrial de solda pesada.

O Silêncio Cúmplice das Instituições

O avanço autoritário só é possível devido à omissão e conivência de outras instituições. O Congresso Nacional, em especial o Senado sob o comando de figuras como Davi Alcolumbre, age de forma reativa e, muitas vezes, cúmplice. A anulação do voto do deputado Eduardo Bolsonaro, que participava de sessões remotamente enquanto exilado, é mais um ato que demonstra a submissão do Legislativo aos caprichos do Judiciário.

A recente e repentina “preocupação” de colunistas como Malu Gaspar (O Globo) e William Waack (CNN), que agora admitem a “falta de limites do Supremo”, é o mais puro cinismo. Após anos aplaudindo e validando cada abuso, eles agora tentam construir uma narrativa de que “avisaram”, preparando o terreno para se isentarem de responsabilidade no futuro. É uma tentativa patética de reescrever a história da qual foram protagonistas ativos.


Pontos-Chave da Análise:

  • Destruição Deliberada: Estatais como Correios e Eletronuclear estão sendo intencionalmente sucateadas para criar uma crise e justificar privatizações direcionadas.
  • Perseguição Pessoal: Alexandre de Moraes quebra a praxe jurídica para manter controle total sobre a execução das penas de seus adversários políticos, notadamente Jair Bolsonaro.
  • Tortura Institucional: A saúde de Bolsonaro e de outros presos políticos é deliberadamente negligenciada, configurando uma forma de tortura chancelada pelo Estado.
  • Mídia Cúmplice: Setores da imprensa atuam ativamente na criação de narrativas falsas e na desumanização dos opositores do regime.
  • Hipocrisia da Esquerda: Enquanto o STF debate o “racismo estrutural”, o governo aloja ativistas da Marcha das Mulheres Negras em um estábulo, tratando-as de forma desumana e degradante.

Conclusão: Um Regime que se Alimenta do Caos

A estratégia é transparente. De um lado, fabrica-se o caos econômico e social para justificar medidas que concentram poder e recursos. Do outro, utiliza-se a lei como arma para neutralizar qualquer voz dissonante. A perseguição a Bolsonaro, o desmonte das estatais e a guerra semântica travada nos tribunais e na mídia não são frentes de batalha distintas, mas sim partes de uma única e sombria operação de poder.

O Brasil vive sob um regime que não tolera oposição, que despreza o devido processo legal e que governa através da intimidação e do cinismo. Ignorar a conexão entre esses fatos é se recusar a enxergar a realidade: estamos diante de um projeto autoritário em pleno andamento.


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