SHOW DA MANHÃ – ROUBO DOS APOSENTADOS: MAIS UM ESQUEMA REVELADO – 02/02/2026

SHOW DA MANHÃ – 02/02/2026

No episódio do Show da Manhã, Marco Antônio Costa, Paula Marisa e Felipe Pedri comentaram falas de um padre no Santuário de Aparecida sobre a caminhada de Nicolas Ferreira e, em seguida, analisaram vídeos e temas políticos do dia. A edição também abordou o anúncio de anistia na Venezuela e concentrou boa parte do programa no escândalo envolvendo o Banco Master, CPIs/CPMIs e o papel de autoridades citadas no noticiário.

Introdução

A edição começou com Marco Antônio Costa dando boas-vindas à audiência do YouTube do Portal Fio Diário e às rádios e canais que retransmitem o programa. Com Paula Marisa e Felipe Pedri na bancada, o Show da Manhã passou por temas variados: críticas a falas feitas em ambientes religiosos, reações a vídeos de figuras públicas, um anúncio oficial sobre anistia na Venezuela e, na reta final, uma longa conversa sobre o Banco Master, investigações, pedidos de CPI/CPMI e movimentações políticas em Brasília, com participação do deputado federal Maurício Marcon.

Ficha do Programa

  • Programa: Show da Manhã
  • Canal: Portal Fio Diário (YouTube)
  • Apresentação: Marco Antônio Costa
  • Participações regulares: Paula Marisa e Felipe Pedri
  • Convidado no episódio: Deputado Federal Maurício Marcon
  • Link do episódio: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Abertura: recados à audiência, likes, compartilhamentos e comentários sobre a vinheta

Marco Antônio Costa abriu o programa cumprimentando quem acompanhava o Show da Manhã pelo YouTube do Fio Diário, pelas rádios e por outros canais e redes. Ainda no início, ele pediu engajamento e disse para o público “não esquecer de deixar o like, e de compartilhar esta live”.

Paula Marisa também reforçou o pedido logo no começo, destacando a importância do like “principalmente no início da transmissão pra que o YouTube recomende pra mais pessoas”. Ela elogiou a produção e comentou a nova abertura, dizendo: “um elogio pra produção Marco dessa nova abertura sensacional com a música e a coreografia do Maduro”. Na sequência, brincou sugerindo que a produção aproveitasse outros vídeos de políticos em clima carnavalesco.

Felipe Pedri entrou na conversa com saudações e brincadeiras sobre as “dancinhas” citadas na abertura, seguindo o tom descontraído dos primeiros minutos.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Padre no Santuário de Aparecida critica caminhada de Nicolas Ferreira; bancada reage e debate Igreja, política e armas

Marco Antônio Costa chamou um dos temas centrais da edição: um vídeo em que um padre no Santuário de Aparecida critica a caminhada de Nicolas Ferreira. O programa exibiu a fala do religioso, que disse: “Não adianta querer fazer uma marcha para Brasília, alguém que nunca teve nenhum projeto a favor do povo, e dizer que está defendendo a vida. Mentira, quero poder.” No mesmo vídeo, o padre também tratou do tema das armas, afirmando: “A arma, só tem uma finalidade ferir e matar.”

Paula Marisa comentou que, na visão dela, o altar não deveria ser usado para falar de política. Ela afirmou: “Querido padre Ferdinando eu acho que o senhor em primeiro lugar não deveria usar um lugar santo que é o altar pra falar sobre política.” E reforçou que se opõe a isso “tanto pra um lado quanto pra outro”, explicando que, para ela, o momento de missa ou culto é um espaço voltado à palavra de Jesus Cristo.

Em seguida, Paula Marisa disse que o padre poderia estar mal informado, e pediu que ele considerasse relatos sobre prisões e casos ligados ao 8 de janeiro. Ela mencionou exemplos que, segundo ela, deveriam ser conhecidos antes de se julgar a caminhada: “existem pessoas sendo torturadas na cadeia”; citou uma “senhora” presa em Florianópolis “com olho roxo” e falou também de “o caso do que morreu na cadeia”, além de famílias separadas e crianças “órfãs de pais vivos”, como ela descreveu.

Sobre armas, Paula Marisa sustentou que, na leitura dela, a Bíblia não seria “contra as armas” em todos os contextos e diferenciou o que chamou de “assassinato” de legítima defesa. Ela disse: “Deus não é contra as armas, Deus é contra o assassinato”, e também afirmou que a tradução mais adequada do mandamento seria “não assassinarás”.

Felipe Pedri concordou com a crítica ao uso do espaço religioso para militância e disse que a caminhada de Nicolas Ferreira teria caráter humanitário, chamando a iniciativa de “um martírio” para chamar atenção ao tema de presos e condenações. Ele afirmou: “O Nicolas não precisaria estar caminhando se padres como ele tivessem fazendo a sua parte.” Pedri também disse ver resquícios de “teologia da libertação” em falas como a do padre e comentou que, na visão dele, houve uma “mistura” de assuntos ao ligar a caminhada ao tema das armas.

No final desse bloco, Paula Marisa comentou que já foi protestante e que se converteu ao catolicismo. Ele pediu que as pessoas evitem “guerrinha interna” entre católicos e evangélicos e concluiu: “somos todos irmãos, vamos nos unir contra o inimigo em comum e parar de ficar nos atacando.”

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Reações a Eduardo Bueno (“Peninha”): críticas, acusações de desumanização e efeitos da caminhada

Em seguida, Marco Antônio Costa trouxe outro vídeo e apresentou duras críticas ao historiador Eduardo Bueno, chamado de “Peninha” durante o programa. Antes de exibir o conteúdo, Marco Antônio Costa introduziu o tema como uma “surpresa no colo da Paula Marisa” e leu trechos em que Eduardo Bueno falava de Nicolas Ferreira, com ataques pessoais e generalizações.

Depois do vídeo, Paula Marisa respondeu criticando o conteúdo e dizendo que não havia como dar “benefício da dúvida” nesse caso. Ela afirmou: “Esse daí não dá pra dar o benefício da dúvida, é esse é o tipo de pessoa que não daremos o benefício da dúvida aqui.” Paula também disse que o fato de o tema ter gerado reação seria um sinal de que a caminhada teve impacto: “se ela não tivesse importância nenhuma, eles não iriam estar falando sobre a caminhada do Nicolas.”

Felipe Pedri afirmou que Eduardo Bueno representaria, segundo ele, um processo de “desumanização do adversário político”. Ele disse: “pra ele qualquer pessoa à direita é um animal que precisa morrer, que precisa ser destruído”, e chamou atenção para o que descreveu como “técnicas de desumanização”, ligadas a discursos que sugerem que o adversário “não merece viver”. Pedri também afirmou que esse tipo de fala criaria um ambiente social perigoso, porque alimentaria “ojeriza” e “embrulho no estômago” na sociedade.

Marco Antônio Costa, por sua vez, criticou o que chamou de espaço dado a Eduardo Bueno e afirmou que, na visão dele, a postura seria de quem deseja “ a morte do outro”. O apresentador também comentou sobre pessoas que, segundo ele, agem com agressividade na internet e não sustentariam as falas “olho no olho”.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Pedido de apoio ao Fio Diário: like, PIX, assinaturas e portal de notícias

Em diversos momentos, Marco Antônio Costa reforçou a campanha de apoio financeiro ao Fio Diário. Ele explicou que o PIX seria uma fonte importante para manter o trabalho do portal e do programa e que “a monetização e as assinaturas não estão numa fase tão boa”. Marco citou a chave PIX como o e-mail [email protected] e pediu doações de “cinco, dez, quinze, vinte reais”.

Ele também destacou a existência do portal de notícias e convidou o público a acessar o endereço do site do Fio Diário, dizendo que o projeto buscava integrar pessoas e ampliar a rede. Paula Marisa comentou que, ao falar de política, muita gente acaba perdendo amigos e que a internet pode ser um espaço para fazer novas amizades com pessoas que pensam parecido.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Venezuela anuncia lei de anistia; bancada comenta “presos políticos”, pressão internacional e paralelos com o Brasil

Marco Antônio Costa apresentou um vídeo com um pronunciamento oficial sobre a Venezuela e disse que era um anúncio de libertação/anistia para presos políticos. O programa exibiu o trecho em espanhol em que se fala em uma “lei de anistia general”.

Paula Marisa disse que o ponto que mais chamou sua atenção foi o que ela descreveu como uma admissão, pela primeira vez, de que existiriam presos políticos na Venezuela. Ela afirmou: “até então eles estavam negando que houvesse presos políticos na Venezuela, e é a primeira vez pelo menos que eu vejo”.

Paula Marisa também citou uma entrevista que teria visto dias antes e relatou que teria havido pressão dos Estados Unidos. No comentário, ela afirmou que não via a medida como gesto de “bondade”, mas como algo “sob pressão”. Ainda nesse bloco, ela associou a pauta ao tema do monopólio da força e retomou a discussão sobre armas, dizendo que ditadores seriam contra “as armas na mão de quem irá resistir à ditadura”. Ela mencionou também o senador Mourão e disse que havia um vídeo dele tratando de população desarmada na Venezuela.

Ao falar de expectativas para o Brasil, Paula Marisa comentou um cenário em que haveria mudanças no quadro geopolítico, citando “presidente Trump” e afirmando que o líder atuaria em função dos interesses dos EUA. Ela disse esperar uma eleição “mais livre” no Brasil, com “um pouco mais de liberdade de expressão”, e terminou apontando esperança de que um candidato “que vai se desenhando” seria Flávio Bolsonaro, associando isso à pauta dos “reféns do oito de janeiro”.

Felipe Pedri também comentou o tema sob a ótica da linguagem e da verdade. Ele afirmou que, na visão dele, “o resgate da verdade” seria o primeiro passo em processos de retorno à democracia. Pedri comparou estágios diferentes entre Venezuela e Brasil e ressaltou que, no Brasil, há assuntos que, segundo ele, não podem ser ditos livremente, citando o próprio ambiente do debate.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Mobilização e atos: Paulista, caminhadas e o debate sobre presença nas ruas

Marco Antônio Costa exibiu um trecho de vídeo de mobilização na Avenida Paulista e comentou sobre a importância de ações públicas e de mobilização popular. Ele mencionou ter visto um corte com referência a percentuais da população nas ruas como fator de mudança de regime, e afirmou que iniciativas de mobilização “não devem ser desmotivadas”.

Felipe Pedri respondeu dizendo que apoiava manifestações e a presença nas ruas. Ele também retomou comparações com a Venezuela e insistiu na relevância de “premissas verdadeiras” e debate público sem censura. No mesmo bloco, Pedri e Marco Antônio Costa voltaram ao tema de críticas à imprensa e ao silêncio — segundo eles — de setores diante de denúncias relacionadas ao STF.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Banco Master no centro do programa: PF, CPI/CPMI, “consultorias”, planilha de Excel e a participação de Maurício Marcon

Na parte final, Marco Antônio Costa introduziu o tema do Banco Master, citando notícia de que a Polícia Federal investigaria “quase três bi em transações do banco master com empresa ligada ao PCC”. Ele convidou o deputado federal Maurício Marcon para comentar.

Marcon disse estar “ansioso por descer a lenha” nos adversários políticos em Brasília e respondeu à pergunta sobre CPI/CPMI afirmando que assinaria: “de olhos fechados, onde é que eu assino”. Ao ser questionado sobre por que alguém não assinaria uma CPMI do Banco Master, ele foi direto: “Rabo preso. Está envolvido. Está envolvido, não tem outro motivo.”

Maurício Marcon comentou que, na leitura dele, o caso pode revelar uma teia ampla. Ele comparou com a dinâmica de “puxar o fiozinho” e “vir o novelo inteiro” e citou valores e nomes mencionados no programa, como pagamentos e “consultorias”. Ele também afirmou que, segundo ele, o novo método para desvio seria disfarçado de consultoria: “agora eles inventaram uma coisa chamada de consultoria”. No mesmo raciocínio, ele citou a contratação de Guido Mantega e questionou a lógica econômica, sugerindo que haveria “rolo” no caso.

Paula Marisa, por sua vez, perguntou sobre a estratégia entre CPI na Câmara, no Senado ou CPMI, e trouxe o tema da CPMI do INSS, citando bloqueios e a atuação de Davi Alcolumbre em relação a documentos e registros telemáticos. Maurício Marcon respondeu explicando regras regimentais e disse que, uma vez obtidas assinaturas, a CPMI precisa ser lida na primeira sessão do Congresso, mas que partidos podem “retardar a nomeação” de parlamentares para travar o avanço.

Em outro momento, o programa exibiu uma fala do diretor de fiscalização do Banco Central, com a informação de que, antes da liquidação, o Banco Master teria “quatro milhões de reais em caixa”. Paula Marisa explicou ao público que bancos não guardam todo o dinheiro em caixa e que a fala indicaria falta de liquidez: “o banco não tinha recurso pra pagar os seus credores.”

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Vídeo do piloto Mauro Matosinho e a reação da bancada: ceticismo, edição e disputa narrativa

Marco Antônio Costa apresentou um vídeo de Mauro Matosinho, que se identificou como piloto e relatou voos e supostas entregas de dinheiro, citando nomes e encontros em Brasília, além de mencionar o ministro Dias Toffoli e um resort. No vídeo, o piloto disse: “no dia seis de agosto, eu vou pra Brasília, e pra mim não das me entregou uma sacola de papel. Ele disse que eu precisava ter cuidado, porque ali continha grana.”

Após a exibição, Maurício Marcon afirmou estranhar o formato e disse ver motivos para desconfiança. Ele comentou que o conteúdo parecia “bastante editado” e sugeriu que havia alguém por trás do vídeo. Marcon também destacou que, na visão dele, chamava atenção o fato de não haver menções a parlamentares do PT: “chama atenção que nenhum parlamentar do PT é mencionado nesse vídeo”. Ele disse que isso poderia fazer parte de uma tentativa de vincular o Banco Master à direita e ao centrão.

Marco Antônio Costa concordou que um vídeo assim deveria vir acompanhado de provas e citou a necessidade de elementos como “plano de voo” e documentação, defendendo que o autor fosse ouvido em comissão. Felipe Pedri afirmou que havia visto que o piloto seria filiado ao PSOL e comentou que, na leitura dele, seria uma “manobra” para tentar controlar a narrativa do caso e direcionar a responsabilização política.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Pedido de quebra de sigilo de Viviane de Barsi (esposa de Alexandre de Moraes) e contagem de votos na CPI

Em outro ponto, Marco Antônio Costa mencionou que senadores pediram quebra de sigilo bancário e fiscal de Viviane de Barsi, esposa de Alexandre de Moraes. Paula Marisa explicou uma análise de contagem de votos e disse que, na visão dela, o cenário deveria ser observado “voto a voto”. Ela citou nomes de senadores e descreveu quem tenderia a votar a favor ou contra, apontando Hamilton Mourão como “fiel da balança” na comissão e fez um apelo: “se o Mourão nunca te pedi nada, mas vota, por favor, pela quebra do sigilo”.

Paula Marisa também comentou que muitas pessoas desacreditam de avanços, mas afirmou ver chance real de o requerimento prosperar, a depender da votação. Marco Antônio Costa voltou a criticar o que chamou de obstrução e disse que o que via em relação ao caso Banco Master e Dias Toffoli era “pornográfico”, repetindo o termo no debate.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Encerramento: agradecimentos, superchats, charge e recados finais

No fim do programa, Marco Antônio Costa leu superchats, agradeceu a audiência e mencionou a programação do Braddock Show. Ele também exibiu uma charge (citada como de Fabiano Silva) e reforçou pedidos de apoio e inscrição no canal.

O apresentador agradeceu a presença de Maurício Marcon, de Felipe Pedri e de Paula Marisa. O programa terminou com uma fala de encerramento e a exibição de um trecho com críticas a ministros do STF, em tom de chamada final.

Assista ao trecho completo no YouTube: https://www.youtube.com/watch?v=ZkvBQjg3IIY

Conclusão

O episódio do Show da Manhã reuniu comentários de Marco Antônio Costa, Paula Marisa e Felipe Pedri sobre declarações feitas por um padre no Santuário de Aparecida a respeito da caminhada de Nicolas Ferreira, além de reações a vídeos de figuras públicas. O programa também abordou o anúncio de anistia na Venezuela e, com a participação do deputado Maurício Marcon, dedicou grande espaço ao debate sobre o Banco Master, CPIs/CPMIs, pedidos de quebra de sigilo e movimentações políticas em Brasília.

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Marco Antonio Costa

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