PAULA MARISA 03/02/2026 – BOMBA: Testemunha joga escândalo do INSS no colo do Lulinha


PAULA MARISA 03/02/2026 – BOMBA: Testemunha joga escândalo do INSS no colo do Lulinha

Paula Marisa destaca nova testemunha no caso do INSS, polêmica com escola de samba e cobra foco no “roubo dos aposentados”

Em comentário sobre a política nacional, a jornalista Paula Marisa centra o programa no que chama de “roubo dos aposentados”, relacionando o caso ao lobista conhecido como “Careca do INSS” e a menções a Lulinha. Ela também aborda a controvérsia sobre verbas públicas destinadas ao carnaval em meio a uma homenagem ao presidente Lula, comenta a situação de Jair Bolsonaro a partir de publicação de Carlos Bolsonaro e cita movimentações envolvendo CPI/CPMI e o Banco Master.

Paula Marisa abre o episódio com um recado direto ao público: para ela, o tema que mais precisa ser discutido é o escândalo envolvendo aposentados e o INSS. A jornalista sustenta que o assunto teria potencial de desgastar politicamente o presidente Lula e, por isso, incentiva a audiência a compartilhar o conteúdo e manter o debate em evidência. Ao longo do programa, ela articula diferentes frentes — investigação, disputas institucionais e repercussões políticas — para reforçar a ideia de que o caso não deve “sair do radar”.

Escândalo do INSS e a “nova testemunha” citada no programa

Paula Marisa destaca que surgiu uma nova testemunha que, na avaliação dela, coloca Lulinha “no olho do furacão” dentro do caso que ela chama de “roubo dos aposentados”. A jornalista comenta uma reportagem que aponta que o lobista Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como “Careca do INSS”, citava Lulinha ao tratar com parceiros comerciais e fornecedores, apresentando-se como alguém com relação próxima ao filho do presidente.

No programa, ela detalha que o relato teria sido dado por um ex-funcionário do lobista, descrito como testemunha-chave no âmbito de investigações da Polícia Federal. Paula Marisa comenta que a testemunha teria afirmado que o empresário falava abertamente sobre “o filho do rapaz” e fazia um gesto com quatro dedos ao se referir a ele, associando isso ao presidente Lula. Ela também ressalta que a entrevista seria a primeira concedida por esse ex-funcionário à imprensa e que o nome do entrevistado teria sido preservado por razões de segurança, mencionando ainda que as respostas foram enviadas por escrito e que o documento estaria reproduzido ao final da reportagem citada.

Ainda sobre o mesmo tema, Paula Marisa explica que a testemunha teria confirmado à Polícia Federal um depoimento sobre uma suposta “mesada” atribuída ao “Careca do INSS” em favor de Lulinha. No relato apresentado no programa, a jornalista diz que o ex-funcionário teria mencionado o valor de R$ 300 mil e também uma antecipação de R$ 25 milhões, vinculada a projetos citados como “Amazônia” e “teste da dengue”. Paula Marisa interpreta esse tipo de projeto como uma “embalagem” usada para justificar movimentações financeiras elevadas.

A jornalista também comenta que, no material citado, Lulinha aparece como possível “sócio oculto” do “Careca do INSS” em negócios na área de saúde que seriam realizados junto ao governo federal. Para reforçar o encadeamento do caso, Paula Marisa relaciona o tema a uma outra notícia mencionada por ela: a de que uma amiga de Lulinha teria recebido R$ 300 mil do “Careca do INSS”, valor que, segundo ela, teria sido destinado ao “filho do rapaz”, com comprovação bancária. No programa, Paula Marisa cita o nome de Roberta Moreira Luxinger, dizendo que ela teria sido alvo de busca e apreensão, que teriam sido encontradas anotações com o nome de Lulinha e que ela estaria usando tornozeleira eletrônica. A jornalista também comenta que existiriam fotos de proximidade entre Roberta, Lulinha e a esposa dele.

CPMI do INSS e pedidos de quebra de sigilo

Outro ponto central do programa é a movimentação política em torno da CPMI do INSS. Paula Marisa comenta que houve pedido de prorrogação e que os trabalhos retornariam em uma quinta-feira, com a intenção de votar requerimentos, incluindo a quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha. Ela destaca que, na leitura apresentada, a comissão teria diante de si a decisão de “blindar” ou avançar com a quebra de sigilo.

A jornalista também cita que haveria requerimentos relacionados ao ex-presidente do INSS e à publicitária Daniela Fonteles, mencionada por ela como alguém ligada a campanhas do PT. Dentro dessa moldura, Paula Marisa sustenta que o escândalo do INSS seria, na visão dela, um tema especialmente sensível para o governo por atingir diretamente aposentados e famílias em todo o país.

No mesmo contexto, Paula Marisa comenta que Lulinha “não vai poder estar na CPI” e afirma que ele teria deixado o Brasil e retornado à Europa, dizendo que a viagem teria sido para Madri, em janeiro.

Verbas para o carnaval e a polêmica com a Acadêmicos de Niterói

Além do INSS, Paula Marisa dedica parte relevante do programa à discussão sobre recursos públicos ligados ao carnaval. Ela comenta o caso da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que, segundo o que apresenta, decidiu homenagear o presidente Lula em seu enredo e passou a ser alvo de questionamentos.

A jornalista explica que técnicos do Tribunal de Contas da União (TCU) teriam defendido a suspensão de um repasse de R$ 1 milhão destinado à escola, valor que faria parte de um montante maior. No programa, Paula Marisa afirma que o total citado seria de R$ 12 milhões, destinados pela Embratur à Liga Independente das Escolas de Samba, e que, desse total, R$ 1 milhão seria direcionado à Acadêmicos de Niterói.

Paula Marisa enfatiza sua crítica ao uso de dinheiro público para financiar festa em um país que, segundo ela, enfrenta problemas graves em áreas como saúde. Ela faz questão de dizer que não é contra o carnaval, mas questiona a prioridade desse tipo de gasto diante de filas e dificuldades no atendimento hospitalar.

A jornalista também comenta a atuação da senadora Damares Alves, afirmando que ela acionou a Justiça Eleitoral contra a escola de samba por entender que a homenagem a Lula poderia configurar propaganda antecipada, além de criticar a verba pública recebida pela agremiação. Paula Marisa trata essa iniciativa como um movimento de reação política e diz que a direita deveria “peticionar” mais, assim como, na visão dela, a esquerda faz com frequência.

Lei Rouanet e autorização para captação

No debate sobre a escola de samba, Paula Marisa também aborda a Lei Rouanet. Ela comenta uma matéria que, segundo ela, informava que a Lei Rouanet autorizou a captação de R$ 5,1 milhões para um enredo sobre Lula na Sapucaí em 2026. A jornalista diz que a autorização teria saído em uma segunda-feira, 15 de dezembro de 2025, e critica o que considera alinhamento político no processo.

No programa, Paula Marisa afirma que a escola teria declarado que não iria captar os recursos autorizados, justificando falta de tempo para buscar investidores. Ela contrapõe essa explicação ao que chama de ausência de preocupação com problemas sociais, reforçando seu argumento de que a discussão sobre dinheiro público deveria considerar prioridades como saúde e serviços.

Críticas à Folha e ao cenário econômico

Paula Marisa também comenta uma notícia que atribui à Folha de S.Paulo, criticando o que chama de “cara de pau” do jornal ao tratar de meta fiscal e resultados do Tesouro. Ela menciona números de déficit e contesta a forma como eles seriam apresentados, interpretando isso como “maquiagem” e “hipocrisia” na cobertura.

A jornalista ainda cita a taxa de juros do Banco Central, mencionando 15%, e relaciona o cenário a pressões inflacionárias e à “gastança”, dentro da leitura política que ela faz sobre o governo. No mesmo bloco de comentários, Paula Marisa volta a criticar a imprensa por, na visão dela, ter sido dura com Bolsonaro e mais permissiva com Lula em momentos decisivos do passado recente.

Bolsonaro: publicação de Carlos Bolsonaro e críticas ao que chama de “cativeiro”

Outro tema abordado é a situação de Jair Bolsonaro. Paula Marisa diz que costuma atualizar o público sobre o ex-presidente e, desta vez, usa como referência uma publicação de Carlos Bolsonaro na rede X. Ela lê e comenta o conteúdo, destacando que, segundo Carlos, familiares teriam acesso limitado e que pessoas autorizadas acompanhariam Bolsonaro com mais frequência.

A jornalista ressalta que o texto descreve piora diária do quadro, aumento de apatia e uma percepção de que haveria intenção por trás do que estaria ocorrendo. Paula Marisa conclui, dentro do tom do programa, que Bolsonaro “não está nada bem” e afirma que ele não deveria estar preso, defendendo ao menos a possibilidade de permanecer em casa.

Banco Master e disputa por CPI/CPMI

Na parte final dos temas, Paula Marisa traz o caso do Banco Master, que ela chama de “outro escândalo do momento”. A jornalista comenta que haveria assinaturas no Senado para uma CPMI, mas que parlamentares do PT estariam articulando outro caminho: aderir, em março, a um pedido de CPI na Câmara. Ela interpreta a movimentação como uma manobra para influenciar o controle da comissão e reduzir o alcance das investigações.

Paula Marisa cita, ainda, o papel de lideranças do Congresso dentro desse cenário e sustenta que o tema não deve ser deixado de lado, assim como o caso do INSS, que ela considera central por atingir diretamente aposentados.

Pontos Chaves

  • Paula Marisa concentra o programa no escândalo do INSS, que ela chama de “roubo dos aposentados”, e diz que uma nova testemunha coloca Lulinha no centro da polêmica.
  • A jornalista comenta relato atribuído a ex-funcionário do “Careca do INSS”, incluindo menções a suposta “mesada” e a valores ligados a projetos citados no material.
  • O programa aborda a CPMI do INSS e a discussão sobre quebra de sigilo bancário e fiscal de Lulinha, além de outros requerimentos mencionados.
  • Paula Marisa critica o uso de recursos públicos no carnaval e detalha a controvérsia envolvendo a Acadêmicos de Niterói, o TCU e a atuação de Damares Alves na Justiça Eleitoral.
  • A jornalista comenta autorização de captação via Lei Rouanet para enredo sobre Lula e a decisão da escola de não captar por falta de tempo, segundo ela.
  • O episódio inclui críticas à cobertura econômica da Folha e comentários sobre juros, meta fiscal e gastos públicos.
  • Paula Marisa repercute publicação de Carlos Bolsonaro sobre a situação de Jair Bolsonaro e critica o que chama de “cativeiro”.
  • O programa também menciona o Banco Master e disputas políticas sobre a instalação de CPI/CPMI.

Conclusão

O programa de Paula Marisa reúne denúncias, disputas institucionais e críticas políticas com foco no caso do INSS e em seus desdobramentos, conectando o tema a discussões no Congresso e à repercussão envolvendo figuras do governo e da oposição. A jornalista também amplia o debate ao tratar de recursos públicos no carnaval, da situação de Jair Bolsonaro e das movimentações em torno de uma CPI relacionada ao Banco Master.

Para acompanhar mais análises e conteúdos jornalísticos, continue no Fio Diário e no canal Paula Marisa.

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Marco Antonio Costa

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