SHOW DA MANHÃ – SEBASTIÃO COELHO DETONA “ANISTIA LIGHT” – 26/09/2025

CPI do INSS: Globo Defende Acusado e Tenta Abafar Escândalo Bilionário que Atinge o Governo Lula

Em meio a um rombo bilionário que atinge aposentados e pensionistas, a CPI do INSS revela a cumplicidade da grande mídia, que desvia o foco do crime para atacar a oposição, enquanto o governo Lula manobra para proteger seus aliados mais próximos.


O Brasil assiste, atônito, a mais um capítulo da inversão de valores que se tornou a marca registrada do cenário político e midiático atual. A CPI que investiga uma fraude bilionária no INSS, estimada em R$ 6,3 bilhões, deveria ser o epicentro de um clamor nacional por justiça. Contudo, o que vemos é uma operação abafa orquestrada pelo governo, com o apoio servil de uma imprensa que abandonou o jornalismo para se tornar assessoria de imprensa oficial do Palácio do Planalto. A defesa cínica do principal acusado, apelidado de “Careca do INSS”, por jornalistas da GloboNews, não é apenas um deslize, mas um sintoma grave da doença que corrompe as instituições: a proteção de um esquema criminoso que lesa os mais vulneráveis em benefício de um projeto de poder.

O Depoimento Cínico e a Ferrari Sem Dono

Na CPI, o personagem central do esquema negou todas as acusações. Acusado de liderar uma organização criminosa com atuação estruturada, obstruir a justiça e ocultar patrimônio, o depoente adotou a tática do cinismo absoluto. A responsabilidade pelos descontos indevidos nos benefícios de aposentados, segundo ele, seria das associações, eximindo-se de qualquer culpa.

O ápice do deboche veio ao ser questionado sobre uma Ferrari. O investigado alegou não saber a quem pertence o veículo de luxo, afirmando que seu filho de 20 anos apenas se aproximou do carro por curiosidade juvenil. Em uma demonstração de “visão empresarial”, sugeriu que seu projeto futuro era alugar veículos esportivos em Brasília para delegações internacionais.

“Os veículos estacionados no shopping center do qual o meu filho Danilo se aproximou foi meramente porque é jovem de vinte e anos e não se vê uma Ferrari como se vê um Uno”, declarou o investigado na CPI.

A cena remete a outros episódios vergonhosos da história recente, como as malas de dinheiro de Geddel Vieira Lima ou os milhões de reais no escritório da esposa de um ministro do STF, cuja origem ninguém parece saber explicar. É a normalização do absurdo, um insulto à inteligência do cidadão comum.

A Imprensa Oficial: Invertendo Vítimas e Culpados

Enquanto um escândalo desta magnitude deveria gerar comoção e cobertura ininterrupta, ele é ofuscado por uma cortina de fumaça. O governo manobra para barrar a convocação de figuras-chave, como o irmão de Lula, e a grande mídia faz sua parte, atacando quem investiga e defendendo quem é investigado.

A Defesa Inexplicável da GloboNews

Jornalistas como Otávio Guedes e Waldo Cruz protagonizaram uma defesa inacreditável do acusado e de seu advogado, que tumultuou a sessão. Guedes chegou a insinuar que a confusão seria “conveniente” para políticos que temem o depoimento, enquanto Waldo Cruz criticou os parlamentares de oposição por transformarem a CPI em um “circo para as redes sociais”.

A preocupação da Globo não é com os aposentados roubados, mas com a imagem dos deputados que ousam pressionar um investigado. O foco é deslocado do ladrão para quem grita “pega ladrão”. É a subversão completa da lógica jornalística.

O Complexo Industrial de Fake News

Como bem apontado por Rafael Satiê, o que está em operação é um “complexo industrial de informações falsas” com um objetivo claro: proteger o governo Lula. As suspeitas mais graves da investigação recaem sobre o círculo íntimo do presidente, incluindo o ex-ministro da Previdência, Carlos Lupi, e o próprio irmão de Lula, responsável por uma das associações suspeitas.

A imprensa, ao invés de aprofundar essas conexões, prefere criar narrativas que vitimizam o criminoso e culpam os parlamentares que cumprem seu dever. É um malabarismo retórico para manipular a percepção pública e esconder a verdade inconveniente.

Sanções Internacionais: A Realidade Bate à Porta

Enquanto o sistema se protege internamente, a pressão externa aumenta. A retirada do ar do site do escritório de advocacia de Viviane Barsi, esposa de Alexandre de Moraes, é um dos primeiros efeitos tangíveis das sanções secundárias decorrentes da Lei Magnitsky.

Essas sanções impedem que empresas americanas mantenham relações comerciais com os sancionados. Isso inclui desde gigantes da tecnologia como Apple e Meta, até o sistema financeiro global. O verdadeiro abalo sísmico ocorrerá quando bancos, inclusive estatais como o Banco do Brasil, forem confrontados com a possibilidade de multas bilionárias ou, pior, a exclusão do sistema SWIFT. Nesse momento, a elite brasileira entenderá o verdadeiro significado de suas ações.


Pontos-Chave da Análise:

  • Fraude Bilionária: Um esquema de R$ 6,3 bilhões roubou diretamente de aposentados e pensionistas do INSS.
  • Defesa Cínica: O principal acusado nega tudo e atribui a responsabilidade a terceiros, em um depoimento marcado pelo deboche.
  • Blindagem Midiática: A GloboNews e outros veículos atuam para proteger o governo, atacando a oposição e relativizando a gravidade do crime.
  • Conexões com o Planalto: As investigações apontam para figuras do alto escalão do governo Lula, incluindo o ex-ministro Carlos Lupi e o irmão do presidente.
  • Pressão Externa: As sanções da Lei Magnitsky começam a gerar efeitos práticos, como o fechamento do site do escritório da esposa de Alexandre de Moraes, sinalizando que a impunidade doméstica pode não resistir à legalidade internacional.

Conclusão: O Castelo de Cartas Começa a Ruir

A CPI do INSS é muito mais do que a investigação de um crime financeiro. Ela é um espelho da degradação moral e institucional do Brasil. Revela um sistema em que o governo, parte do judiciário e a grande mídia atuam em simbiose para proteger seus interesses, mesmo que isso custe a dignidade e as economias dos cidadãos mais frágeis.

A tentativa de abafar o escândalo, de inverter a lógica e de transformar criminosos em vítimas é a prova cabal de que há muito a esconder. Contudo, a pressão popular e, agora, as sanções internacionais, começam a trincar a armadura de impunidade que eles acreditavam ser inquebrável. A verdade, por mais que tentem sufocá-la, sempre encontra um caminho para vir à luz.

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