SHOW DA MANHÃ – A ALIANÇA LULA-MADURO – BASTIDORES DO RJ COM RAFAEL SATIÊ – 06/11/2025

Narcoterrorismo no Brasil: A Perigosa Aliança entre o Governo Lula e a Defesa do Crime Organizado

Enquanto a sociedade aplaude a maior operação contra o crime no Rio de Janeiro, o governo Lula e seus aliados no Congresso e no STF se mobilizam para proteger facções, revelando uma perigosa inversão de valores que ameaça a soberania nacional.

A Inversão de Valores em Plena Luz do Dia

A recente megaoperação policial no Rio de Janeiro, que resultou na neutralização de mais de 130 criminosos e obteve uma aprovação popular esmagadora — inclusive de 89% dos moradores de favelas —, deveria ser um momento de união nacional em torno do restabelecimento da ordem. Contudo, o que se viu foi um espetáculo de dissonância cognitiva e apoio velado à criminalidade por parte de figuras proeminentes da esquerda brasileira e do próprio governo federal.

Enquanto a população celebrava a ação enérgica das forças de segurança, uma advogada conhecida por sua defesa de chefes do tráfico, como Marcinho VP, surgia em público para lamentar o que chamou de “sanha punitiva e necrófila”, um discurso que convenientemente ignora a brutalidade cotidiana imposta por seus clientes: mulheres com cabelos raspados por desobediência, execuções em “micro-ondas” e o domínio territorial que subjuga comunidades inteiras.

Essa narrativa, que busca transformar algozes em vítimas, não é um fato isolado. Ela ecoa diretamente nas mais altas esferas do poder, onde a defesa da sociedade parece ter sido substituída pela proteção de seus agressores.

A Narrativa Oficial: Vitimização de Criminosos e Ataques à Polícia

A desconexão com a realidade atinge seu ápice no Congresso Nacional. A presidente do PT, deputada Gleisi Hoffmann, manifestou-se veementemente contra o projeto que equipara facções como o PCC e o Comando Vermelho a organizações terroristas. O argumento? Um suposto risco de “intervenção de outros países” no Brasil.

“Veja bem, se nós aprovarmos e chamarmos eles de terroristas, isso permite que países que não são o Brasil possam interferir nessas organizações”, afirmou a deputada.

Trata-se de uma falácia argumentativa para defender marginais. A família que perdeu um ente querido para uma bala de fuzil não se importa com a nacionalidade de quem resolverá o problema; ela anseia pela solução. Essa desculpa esfarrapada serve apenas para proteger o eleitorado que, em 2022, comemorou a vitória de Lula de dentro dos presídios.

O Exemplo que Vem de Cima: Lewandowski e a “Segurança Modelo”

A postura do governo é ainda mais explícita. O Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, em visita ao Ceará, classificou a segurança pública do estado como um “exemplo para o país”. A declaração seria cômica se não fosse trágica. No mesmo Ceará, segundo dados da própria Polícia Civil, facções criminosas expulsam uma família de sua casa a cada três dias. Cidades inteiras, como distritos em Morada Nova, tornaram-se vilarejos fantasmas, com milhares de habitantes fugindo sob ordens de traficantes.

Este é o “modelo” que o governo Lula e Lewandowski admiram: um estado onde a soberania é exercida pelo crime, e o cidadão de bem é forçado ao exílio.

A Ação do Governo: Alinhamento com Narcoestados e Abandono dos Governadores

Enquanto o governador do Rio de Janeiro, Cláudio Castro, busca apoio internacional e já recebeu uma resposta positiva do DEA (agência antidrogas dos EUA), que se colocou “à disposição para qualquer tipo de apoio”, o governo federal brasileiro se omite. Pior: alinha-se publicamente com os maiores narcotraficantes do continente.

Lula não abraçou Cláudio Castro, mas abraçou Nicolás Maduro, chefe de um narcoestado. Critica as ações dos Estados Unidos contra o tráfico no Caribe, defendendo a “soberania” de regimes cúmplices do crime, enquanto a soberania brasileira é diariamente violada por barricadas e fuzis em nossas cidades.

A verdade é que a luta contra o crime organizado no Brasil hoje é travada apesar do governo federal, e não com seu apoio.

O Protagonismo do STF: Inquéritos e a Sombra da ADPF das Favelas

Para completar o cenário, o Supremo Tribunal Federal entra em cena. O ministro Alexandre de Moraes, em mais uma demonstração de protagonismo, determinou a abertura de um inquérito pela Polícia Federal para investigar o crime no Rio. A ação, que parece mais uma tentativa de tomar para si os holofotes de uma operação bem-sucedida pelo governo estadual, ignora um fato crucial: foi o próprio STF, através da ADPF 635 (conhecida como “ADPF das Favelas”), que restringiu operações policiais e, segundo comandantes da segurança, permitiu o fortalecimento sem precedentes do Comando Vermelho.

O judiciário que primeiro amarra as mãos da polícia é o mesmo que depois se apresenta como o salvador, criando uma espiral de interferência que apenas beneficia as facções.

Destaques da Análise

  • Defesa de Faccções: O PT e aliados no Congresso se opõem ativamente à classificação de PCC e CV como organizações terroristas, usando argumentos frágeis para proteger a base criminal.
  • Modelo de Fracasso: O Ministro Lewandowski elogia o modelo de segurança do Ceará, estado onde facções expulsam moradores e dominam territórios.
  • Aliança Internacional: O governo Lula se alinha ao narco-ditador Nicolás Maduro e critica ações de combate ao tráfico, enquanto o governador do RJ busca e recebe apoio do DEA americano.
  • Interferência do STF: A ADPF 635 é apontada como fator crucial para o fortalecimento do crime, e a nova investigação de Moraes soa mais como manobra política do que solução.

Conclusão: Uma Escolha Deliberada

A postura do governo Lula e de seus aliados não é fruto de incompetência ou ingenuidade. É uma escolha política deliberada. Ao defender criminosos, atacar a polícia, elogiar modelos falidos de segurança e se aliar a narcoestados, a atual administração federal deixa claro de que lado está. E não é ao lado do cidadão brasileiro que clama por paz e ordem.

A guerra contra o narcoterrorismo no Brasil tornou-se uma batalha em duas frentes: uma nas ruas, contra as facções; e outra em Brasília, contra um establishment político e judicial que parece determinado a garantir a impunidade de seus “meninos”.

Qual a sua opinião sobre esta análise? Deixe seu comentário e compartilhe para fortalecer o debate sobre o futuro da segurança em nosso país.

Compartilhe:

Assine o fio diário+

Venha fazer parte dessa luta pela liberdade e pelo fim do monopólio da comunicação do consórcio que hoje domina e manipula a mente de milhões de brasileiros.

Receba dicas e recursos gratuitos diretamente na sua caixa de entrada, inscreva-se, agora!