SHOW DA MANHÃ – URGENTE: TOFFOLI VAI CAIR ATIRANDO? – 13/02/2026

No episódio do Show da Manhã 13/02/2026 (edição de sexta-feira de carnaval), Marco Antônio Costa, Steh Papaiano, Adrilles Jorge e Rubinho Nunes concentraram a conversa na saída de Dias Toffoli da relatoria ligada ao caso Banco Master, na nota do STF que citou “altos interesses institucionais” e na leitura de que a Corte atua politicamente. O programa também repercutiu vídeos de comentaristas (como Malu Gaspar e Mayerovitch), discutiu a convocação de manifestação para 1º de março e abordou temas de carnaval, costumes e crimes contra crianças.

Introdução

Marco Antônio Costa abriu o programa destacando a audiência nas rádios e plataformas parceiras e, ao longo da edição, conduziu os blocos principais com críticas ao STF, à PGR e ao Senado. Steh Papaiano e Adrilles Jorge reforçaram a linha do programa em temas políticos e culturais, enquanto Rubinho Nunes entrou com explicações de linguagem jurídica sobre suspeição, nulidades e efeitos processuais. A edição ainda incluiu trechos de vídeos externos, recados de apoio ao canal e uma convocação direta para mobilização de rua em 1º de março.

Ficha do Programa

  • Programa: Show da Manhã (Portal Fio Diário)
  • Apresentação: Marco Antônio Costa
  • Participações: Steh Papaiano, Adrilles Jorge
  • Participação especial: Rubinho Nunes
  • Exibição: YouTube (Portal Fio Diário)
  • Link do episódio: https://www.youtube.com/watch?v=bPTkFXfcBh4

STF, “altos interesses institucionais” e a saída de Dias Toffoli da relatoria

O programa iniciou o noticiário político com a repercussão de um vídeo sobre a saída de Dias Toffoli da relatoria relacionada ao caso Banco Master. Marco Antônio Costa disse que a imprensa passou a tratar ministros “como políticos” e afirmou que “nada do que foi decidido ontem tem previsão”, criticando o modo como a mudança foi conduzida.

Steh Papaiano comentou que o episódio reforçaria a percepção de que “a gente não tem uma corte jurídica… tem uma corte política”. Ela citou a repercussão de declarações atribuídas ao presidente Lula sobre Toffoli “deveria se afastar do caso” e apontou que, poucos dias depois, Toffoli “renuncia à relatoria”, destacando a rapidez e o timing “na noite da véspera de carnaval”.

Marco Antônio Costa leu e comentou trechos da nota do STF, enfatizando a expressão “altos interesses institucionais”. Ele ironizou o texto e disse que a Corte estaria “inventando as regras que eles querem”. Em seguida, Rubinho Nunes afirmou que o que ocorreu foi “uma manobra política”, explicando que, se houvesse suspeição formal, haveria “nulidade de todos os atos” praticados pelo relator. Para Rubinho, a saída preservaria os atos anteriores e permitiria a continuidade do caso com outro ministro, “trocando o ministro, mas mantendo tudo o que foi feito dali pra trás”.

Falas do programa

  • Steh Papaiano: “Hoje a gente não tem uma corte jurídica… a gente tem uma corte política.”
  • Marco Antônio Costa: “Os caras estão inventando ‘altos interesses institucionais’.”
  • Rubinho Nunes: “O que nós vimos ontem foi uma manobra política.”

Trechos do episódio 

  • [08:28] “Marco critica imprensa e diz que decisão ‘não tem previsão’” — ver trecho
  • [12:53] “Leitura da nota do STF e destaque a ‘altos interesses institucionais’” — ver trecho
  • [14:26] “Rubinho explica suspeição e nulidade de atos” — ver trecho

PGR, Mayerovitch, Malu Gaspar e a ideia de “pizza” no caso

Na sequência, Marco Antônio Costa trouxe vídeos externos para sustentar o debate. Um trecho atribuído a Mayerovitch foi usado para afirmar que apenas o PGR teria legitimidade para arguir suspeição e que isso não teria sido feito. Marco comentou o vídeo e, em seguida, exibiu trecho de Malu Gaspar falando sobre o risco de o caso virar “pizza” se não avançasse “sem nulidade”.

Rubinho Nunes disse que a reunião de ministros “para decidir o que fazer com o caso” “cheira a pizza”, e questionou a mudança de postura da mídia. Marco Antônio Costa também comentou a “virada” de Malu Gaspar e disse que, na leitura do programa, a Globo teria apoiado ações anteriores do STF e agora estaria mudando o tom.

Quotes (falas do programa)

  • Malu Gaspar (vídeo): “Senão aí é uma pizza… uma grande de uma pizza.”
  • Rubinho Nunes: “Isso cheira a pizza.”
  • Marco Antônio Costa: “A Malu Gaspar… teve essa virada.”

Trechos do episódio (com timestamp)

  • [21:44] “Mayerovitch fala que só o PGR poderia arguir suspeição” — ver trecho
  • [23:02] “Malu Gaspar alerta para risco de ‘pizza’” — ver trecho
  • [23:37] “Rubinho diz que reunião ‘cheira a pizza’” — ver trecho

Convocação de manifestação (1º de março) e pressão política

O programa exibiu um vídeo de Nikolas Ferreira convocando mobilização e defendendo a pressão por CPI/CPMI e impeachment. No trecho, Nikolas disse que “Alcolumbre… se nega a instalar a CPMI” e que, apesar de pedidos de impeachment, “nada é feito”. Ele usou a analogia do filme 300 para dizer que “até mesmo” um “deus” pode sangrar, defendendo que o objetivo seria mostrar que “deuses de toga” não seriam intocáveis.

Após o vídeo, Steh Papaiano disse que a convocação teria sido “genial” e que o momento seria o de “flanco aberto”, afirmando que atos persecutórios gerariam “um escândalo ainda maior”. Ela também citou a organização de atos em Minas, mencionando Praça da Liberdade “às dez da manhã”, e disse que queria “fazer cartazes criativos”.

Rubinho Nunes reforçou que, em momentos de instabilidade, “o sistema se reorganiza” e que seria preciso entender “quem está perdendo, quem está ganhando”. Ele defendeu que o momento seria “cirúrgico” para manifestação e pediu que o público fosse às ruas e levasse “alguém junto”.

Quotes (falas do programa)

  • Nikolas Ferreira (vídeo): “O objetivo do impeachment é mostrar que até os deuses de toga não são intocáveis.”
  • Steh Papaiano: “Agora eles estão literalmente com o flanco aberto.”
  • Rubinho Nunes: “A hora é agora… vá à manifestação e leve alguém junto.”

Trechos do episódio (com timestamp)

  • [32:18] “Nikolas fala de CPMI e impeachment e usa analogia do ‘300’” — ver trecho
  • [00:37] “Steh diz que é hora de canalizar energia e ir às ruas” — ver trecho
  • [09:15] “Rubinho pede adesão e diz ‘vá à manifestação e leve alguém’” — ver trecho

Carnaval, fala de Cármen Lúcia e debate sobre “ilícitos eleitorais”

Em outro bloco, Marco Antônio Costa exibiu um trecho de Cármen Lúcia afirmando que o carnaval “não pode ser festa para ilícitos eleitorais” e que haveria um “misto muito concreto plausível” de irregularidade, com atuação da Justiça Eleitoral “já acionada”. O programa discutiu a fala como sinal de que haveria propaganda antecipada e criticou o que chamou de tratamento desigual em comparação com casos anteriores citados no próprio debate.

Rubinho Nunes entrou com explicação jurídica sobre propaganda antecipada, dizendo que a lei fala em “pedido explícito de voto” e que, mesmo havendo representação, a consequência provável seria multa, avaliando que isso não impediria o ato e poderia virar apenas uma punição posterior “para dizer que puniram”.

Quotes (falas do programa)

  • Cármen Lúcia (vídeo): “A festa popular do carnaval não pode ser festa para ilícitos eleitorais de ninguém.”
  • Rubinho Nunes: “Propaganda antecipada é quando há pedido explícito de voto.”

Trechos do episódio (com timestamp)

  • [13:12] “Cármen Lúcia fala sobre risco de ilícitos eleitorais no carnaval” — ver trecho
  • [24:39] “Rubinho explica critérios de propaganda antecipada e efeitos” — ver trecho
  • [26:33] “Rubinho diz que tende a ‘deixar acontecer’ e depois aplicar multa” — ver trecho

Costumes: feminismo, “tradwife” e disputa sobre maternidade e trabalho

No quadro “além da imaginação”, Marco Antônio Costa introduziu um vídeo e puxou o tema do feminismo e da tendência “tradwife”. Steh Papaiano comentou que a trend apareceria num contexto de “burnout” e exaustão, relatando conversa em que uma pessoa dizia “sonhar” com a vida de quem teria como preocupação “qual smoothie” tomar. Em seguida, Steh criticou a ideia de tratar o trabalho doméstico e a maternidade como algo inferior e disse que muitas mulheres que produzem esse tipo de conteúdo passam “uma ideia de felicidade”.

Adrilles Jorge afirmou que “liberdade” seria permitir que a mulher escolha trabalhar fora, cuidar dos filhos, ficar em casa e até “malhar nas horas vagas”. Ele disse que o cuidado com filhos seria “trabalho intelectual”, “moral” e “sensível”, e criticou o que chamou de hostilidade de feministas ao modelo tradicional.

Quotes (falas do programa)

  • Steh Papaiano: “Que mãe… não quer estar perto dos filhos vinte e quatro horas por dia?”
  • Adrilles Jorge: “Liberdade é isso… fazer o que quiser da maneira que quiser.”

Trechos do episódio (com timestamp)

  • [01:06] “Steh fala de burnout e da trend ‘tradwife’” — ver trecho
  • [05:50] “Adrilles defende liberdade de escolha e critica hostilidade ao modelo tradicional” — ver trecho
  • [10:53] “Steh comenta maternidade e mudança de mentalidade” — ver trecho

Classe artística, biografias e críticas a Djavan, Caetano Veloso e Paula Lavigne

Marco Antônio Costa trouxe uma matéria sobre Djavan e relembrou o grupo “Procure Saber”, citando artistas e a defesa de restrições a biografias não autorizadas. Ele disse que, em 2015, o STF decidiu pela liberação das biografias não autorizadas e defendeu que figuras públicas podem ser objeto de trabalho jornalístico.

Adrilles Jorge retomou o episódio envolvendo Roberto Carlos e afirmou que o movimento buscava impedir livros e biografias, citando Paula Lavigne e Caetano Veloso. Ele argumentou que biografias precisam de “um olhar de fora” e criticou a ideia de controle sobre o que pode ser publicado.

Quotes (falas do programa)

  • Marco Antônio Costa: “Em 2015, o Supremo decidiu pela liberação das biografias não autorizadas.”
  • Adrilles Jorge: “Você precisa de um olhar de fora pra fazer uma biografia… honesta.”

Trechos do episódio (com timestamp)

  • [13:34] “Marco relembra ‘Procure Saber’ e debate sobre biografias” — ver trecho
  • [15:21] “Adrilles retoma caso Roberto Carlos e critica censura a biografias” — ver trecho
  • [19:37] “Marco diz que, se houver difamação, cabe processo — não proibição prévia” — ver trecho

Jeffrey Epstein com CPF no Brasil e debate sobre violência contra crianças

Mais adiante, Marco Antônio Costa leu uma notícia segundo a qual Jeffrey Epstein teria CPF “em situação regular” no Brasil e mencionou e-mails divulgados pelo Departamento de Justiça dos EUA sobre conversas de “cidadania brasileira”. Ele classificou o assunto como “surreal”.

Steh Papaiano disse não se surpreender e afirmou que a violência contra crianças estaria “normalizada”, citando casos e criticando o que chamou de falta de mobilização. Adrilles Jorge associou o caso Epstein a redes de poder e impunidade e disse que, quando há “muito poder e muito dinheiro”, pessoas “podem tudo”.

Quotes (falas do programa)

  • Marco Antônio Costa: “O Jeffrey Epstein… tem CPF ativo no Brasil.”
  • Steh Papaiano: “A violência contra a infância no Brasil é absolutamente normalizada.”
  • Adrilles Jorge: “Quando você tem muito poder e muito dinheiro, você pode tudo.”

Trechos do episódio (com timestamp)

  • [28:09] “Marco lê notícia sobre Epstein ter CPF regular no Brasil” — ver trecho
  • [29:23] “Steh fala sobre normalização de violência contra crianças” — ver trecho
  • [31:51] “Adrilles liga Epstein a poder e impunidade” — ver trecho

Denúncia do PGR contra Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo e menção a sanções dos EUA

No fim do programa, Marco Antônio Costa leu o trecho sobre a denúncia do PGR contra Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo por “coação” ligada a medidas do governo dos EUA contra ministros do STF. Adrilles Jorge reagiu dizendo que a denúncia seria “risível e constrangedora” e afirmou que o PGR estaria, na leitura dele, sugerindo que autoridades americanas teriam sido influenciadas de forma indevida.

O bloco também mencionou que a Polícia Federal prepararia relatório sobre ligação entre Alexandre de Moraes e o Banco Master. Steh Papaiano disse que haveria uma “narrativa” para “render a pauta” e desviar do que chamou de “desgraça real”, e voltou a defender mobilização.

Quotes (falas do programa)

  • Marco Antônio Costa: “O PGR denunciou Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo… por coação.”
  • Adrilles Jorge: “Chega a ser risível… e constrangedor.”

Trechos do episódio (com timestamp)

  • [04:14] “Marco lê denúncia do PGR contra Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo” — ver trecho
  • [05:38] “Adrilles reage e chama denúncia de ‘risível’” — ver trecho
  • [09:58] “Marco menciona PF e relatório sobre ligação Moraes–Master” — ver trecho

Conclusão

Ao longo do episódio, o Show da Manhã organizou a edição em torno da saída de Dias Toffoli da relatoria ligada ao caso Banco Master, da nota do STF com “altos interesses institucionais” e da leitura de que a Corte age politicamente. O programa também repercutiu vídeos de comentaristas, discutiu a denúncia do PGR contra Eduardo Bolsonaro e Paulo Figueiredo, reforçou a convocação de manifestação para 1º de março e abordou temas de carnaval, cultura e violência contra crianças.

Portal Fio Diário

Acompanhe o Show da Manhã no canal do Portal Fio Diário, deixe seu like, compartilhe a live e apoie o projeto do Fio Diário pelos canais divulgados no programa (Pix e campanhas anunciadas ao vivo). Também fique atento às chamadas do programa para a mobilização de 1º de março, mencionada ao longo do episódio.

Compartilhe:

Publicidade

Banner 300x250 00000 1
Marco Antonio Costa

Assine o fio diário+

Venha fazer parte dessa luta pela liberdade e pelo fim do monopólio da comunicação do consórcio que hoje domina e manipula a mente de milhões de brasileiros.

Receba dicas e recursos gratuitos diretamente na sua caixa de entrada, inscreva-se, agora!

Envie-nos sua sugestão ou crítica.

Preencha corretamente o formulário abaixo.

Anuncie no Fio Diário

Preencha os dados abaixo e receba informações sobre formatos, valores e alcance do portal.