SHOW DA MANHÃ 11/02/2026 – MOTTA E LULA UNEM FORÇAS PARA DESTRUIR O BRASIL

O Show da Manhã 11/02/2026, apresentado por Marco Antônio Costa no canal do Fio Diário, reuniu Rafael Satiê e Carol Sponza, com participação do jurista André Marsiglia e, mais adiante, de Didi. Em ordem cronológica, o programa abriu com a repercussão de decisões e debates sobre perda de patentes de militares e o enquadramento jurídico do 8 de janeiro; seguiu para a discussão sobre regulação de redes sociais (PL 4675/2025) e liberdade de expressão; depois entrou na pauta trabalhista do fim da escala 6×1; avançou para críticas e análises sobre Judiciário (STJ/STF), casos envolvendo INSS/Banco Master e o debate sobre “código de ética” no STF; passou por um trecho sobre descriminalização do porte de cocaína; e encerrou com temas de agenda internacional, segurança pública no Rio e o quadro “Além da imaginação”.

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Abertura do Show da Manhã 11/02/2026 e debate sobre perda de patentes no STM

Nos minutos iniciais, Marco Antônio Costa deu boas-vindas à audiência e citou a transmissão em rádios e canais parceiros. Rafael Satiê cumprimentou a produção e relatou ter sido reconhecido por ouvintes fora do Brasil. Em seguida, Marco introduziu o tema do dia: a discussão sobre perda de patentes de generais no âmbito do STM, mencionando um vídeo de imprensa.

Na sequência, um trecho exibido no programa descreveu a perda de patente como um ponto “doloroso” para militares, associando a medida à ideia de honra e desonra e a acusações de tentativa de golpe. Marco então relatou conversa com o senador Alessandro Vieira, dizendo que o parlamentar teria admitido excessos do STF, mas sustentaria a crença de que Jair Bolsonaro articulou um golpe. Marco afirmou discordar e disse que a narrativa teria sido “fabricada”.

Rafael Satiê, ao comentar, rejeitou a caracterização do 8 de janeiro como golpe e citou, entre outros pontos, a presença de pessoas presas coletivamente e a menção a imagens envolvendo Gonçalves Dias. Ele também afirmou que o STM estaria “sob tutela” do STF e contrastou a situação de delatores, como Mauro Cid, com a de outros investigados citados no debate.

Trechos do episódio

  • [01:53] “muito bom dia sejam todos bemvindos a mais um show da manhã” — ver trecho
  • [04:14] “a questão da patente é algo que tem a ver com a honra” — ver trecho
  • [05:13] “ele acredita… que o bolsonaro articulou um golpe de estado” — ver trecho
  • [06:07] “oito de janeiro… não foi golpe foi depredação de patrimônio público” — ver trecho

Show da Manhã 11/02/2026: Carol Sponza entra e a conversa migra para redes sociais e PL 4675/2025

Após a entrada de Carol Sponza, Marco retomou o tema da perda de patentes e contextualizou para ela o conteúdo do vídeo exibido. Carol afirmou que, na leitura dela, a pauta teria objetivo de intimidar e desestimular participação política e manifestações, e criticou a indicação de uma ministra ao STM atribuída a Lula, defendendo critérios de capacitação para cargos em tribunais.

Em seguida, Marco introduziu a discussão sobre liberdade de expressão e a proposta do governo para grandes plataformas digitais, citando o PL 4675/2025 e o papel do Cade. O programa exibiu um vídeo em que o deputado Nikolas Ferreira comemorou a retirada de pauta de um projeto de regulamentação das redes sociais e agradeceu a atuação de Cabo Gilberto.

Rafael Satiê disse ter acompanhado a movimentação em Brasília, descreveu a retirada de pauta como vitória da oposição e afirmou que a proposta teria caráter de “censura prévia”, com impacto econômico sobre empresas. Marco e Carol também comentaram a justificativa apresentada no debate público de que o projeto seria apenas “econômico” e alinhado a “boas práticas globais”. Carol mencionou taxação sobre impulsionamento e argumentou que o governo buscaria asfixia financeira das plataformas, além de relacionar o tema a modelos regulatórios internacionais e a discussões sobre PL 2630 e regulação de IA.

Como referência externa sobre o tema do Cade e sua função institucional, o órgão descreve sua atuação como autoridade de defesa da concorrência no Brasil: Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade).

Trechos do episódio

  • [10:50] “o objetivo disso é atemorizar as pessoas” — ver trecho
  • [12:58] “deputados apontam promoção de censura… nova proposta sobre redes sociais” — ver trecho
  • [14:54] “conseguimos tirar aí de pauta o projeto… regulamentar as redes sociais” — ver trecho
  • [15:37] “foi uma vitória muito expressiva tirar um projeto… de pauta” — ver trecho
  • [20:16] “doze por cento… do dinheiro que a gente coloca ali vai pra imposto” — ver trecho

Escala 6×1, produtividade e críticas à legislação trabalhista

Na sequência, Marco fez um apelo de apoio ao projeto do portal e apresentou a pauta trabalhista: o envio à CCJ de proposta associada ao fim da jornada 6×1 com manutenção de salário. O programa exibiu vídeo do deputado Maurício Marcon, que classificou a proposta como eleitoreira e disse que ferramentas como o ChatGPT indicariam efeitos como inflação, perda de poder de compra e desemprego.

Marco afirmou ver o debate como sinal de rigidez trabalhista e defendeu maior liberdade contratual. Carol Sponza atribuiu o problema central à baixa produtividade brasileira e a deficiências educacionais, avaliando que a proposta teria caráter populista e poderia pressionar empresas e emprego. Ela citou ainda exemplos de votações e incentivos eleitorais que, segundo sua análise, influenciariam o comportamento parlamentar.

Com a entrada de André Marsiglia, Rafael mencionou uma fala de Guilherme Boulos sobre produtividade e pediu avaliação. Marsiglia disse que não haveria estudo de impacto e projetou efeitos como informalidade, aumento de custos e repasse de preços, enquadrando o tema como pauta eleitoral.

Trechos do episódio

  • [27:09] “fim da jornada seis por um com manutenção de salário” — ver trecho
  • [28:39] “impossibilidade de você fazer contrato no brasil que nem… estados unidos” — ver trecho
  • [29:22] “a gente tem um problema no brasil de produtividade” — ver trecho
  • [34:38] “não dá pra chegar e falar… sem fazer estudo de impacto” — ver trecho

STJ, punições internas e debate sobre corporativismo no Judiciário

O programa então exibiu um trecho da CNN sobre o afastamento de um ministro do STJ investigado, com explicação de que a punição administrativa máxima poderia ser a aposentadoria compulsória, sem impedir investigações em outras esferas. Rafael Satiê disse que o tema reforçaria a percepção de mecanismos favoráveis a integrantes do Judiciário e perguntou sobre caminhos para responsabilização.

André Marsiglia diferenciou punição administrativa e responsabilização criminal, afirmando que investigações podem seguir e que juízes podem ser presos, mas avaliou que haveria um componente corporativo de autoproteção entre pares. Na conversa, também foram citados casos e debates envolvendo INSS e Banco Master, além de críticas a remunerações e indenizações no STJ.

Trechos do episódio

  • [45:49] “essa sindicância… não deve impedir o ministro de ser condenado” — ver trecho
  • [46:01] “não pode ser condenado a nada mais do que aposentadoria compulsória” — ver trecho
  • [47:31] “o julgamento dos pares… é um prêmio… acaba recebendo salário” — ver trecho

Lula, “código de ética” no STF, Master/INSS e avaliação de cenário institucional

Em seguida, os participantes comentaram uma matéria citada no programa sobre Lula ter conversado com ministros do STF a respeito de “desgaste da Corte” e exposição pública, além de considerar inoportuna a discussão de um código de ética proposto por Edson Fachin. Rafael pediu a avaliação de André Marsiglia sobre o STF estar “na defensiva” em comparação com 2022 e 2024.

Marsiglia disse que, na visão dele, o STF não estaria “no ataque” como em outros ciclos, mas continuaria com força institucional e poderia reagir caso se sentisse ameaçado. Marco também comentou que a “velha mídia” estaria mais atenta ao STF naquele momento, mas ponderou que isso poderia mudar conforme conveniências.

O bloco incluiu ainda referências a disputas internas e a discussões sobre provas, CPIs e o caso Banco Master/INSS, sempre como relatos e interpretações apresentados pelos participantes durante a conversa.

Trechos do episódio

  • [01:01:26] “lula… preocupado com o desgaste da corte” — ver trecho
  • [01:04:17] “o stf ele não está no ataque… mas ele é o mesmo time” — ver trecho
  • [01:05:33] “a imprensa velha mídia atenta ao stf” — ver trecho

Voto de Gilmar Mendes, drogas e a crítica ao papel do STF

Já com Didi na bancada, Rafael exibiu um trecho de voto atribuído a Gilmar Mendes e contextualizou como discussão sobre descriminalização do porte de cocaína para uso pessoal. Rafael questionou a centralização do tema no STF. André Marsiglia respondeu criticando a atuação do tribunal em matéria criminal e levantou argumentos de política pública e moralidade, usando exemplos hipotéticos para sustentar seu ponto.

Marco e Rafael também citaram um caso atribuído a Flávio Dino envolvendo arquivamento parcial de investigação sobre dinheiro ocultado por parlamentar, como parte do debate sobre critérios e decisões judiciais.

Trechos do episódio

  • [01:20:32] “concessão de… hc de ofício” — ver trecho
  • [01:21:30] “gilmar mendes votou pela descriminalização do porte de cocaína” — ver trecho
  • [01:22:24] “se cocaína pode ir pra uso comum… por que não pode crack” — ver trecho
  • [01:24:58] “o dino… arquivou… esse caso… dinheiro… nas nádegas” — ver trecho

Agenda na União Europeia, Guarda Municipal do Rio e o quadro “Além da imaginação”

Didi anunciou que, em 26 de fevereiro, estaria na União Europeia para uma reunião no gabinete de Kaja Kallas, com participação de Alexander Somoza, dizendo que levaria denúncias sobre “ditadura no Brasil”, condições de Bolsonaro e censura. Após a despedida de André Marsiglia, o programa entrou na pauta de segurança pública no Rio de Janeiro: Rafael Satiê comentou a notícia de que a prefeitura teria recebido 1.500 pistolas, mas a Polícia Federal teria negado porte para parte da Guarda Municipal, especialmente temporários. Ele afirmou ser favorável ao armamento da guarda, mas contrário ao armamento de temporários, e criticou o planejamento e o custo do processo.

Na reta final, o quadro “Além da imaginação” exibiu clipes: Gleisi Hoffmann falando sobre carnaval e um samba-enredo em homenagem a Lula; depois um vídeo com Randolfe Rodrigues em inauguração de um “espaço orelha”; e um trecho com Guilherme Boulos explicando um projeto de cisternas. A bancada comentou os vídeos e também discutiu que canais de direita estariam enfrentando queda de alcance no YouTube, tema levantado por Didi.

Trechos do episódio

  • [01:26:14] “no dia vinte e seis… estarei lá outra vez na união europeia” — ver trecho
  • [01:30:43] “foram compradas mil e quinhentas pistolas gloques… vão ficar guardadas” — ver trecho
  • [01:36:59] “vocês irão viajar para outra dimensão” — ver trecho
  • [01:37:25] “curtir o samba enredo do presidente lula” — ver trecho
  • [01:42:06] “espaço orelha de acolhimento” — ver trecho
  • [01:46:18] “armazena aqui nessa cisterna… vai ser replicado no brasil inteiro” — ver trecho

Ao final do Show da Manhã 11/02/2026, Marco Antônio Costa encerrou com recados sobre apoio ao projeto e indexação de conteúdo do portal, enquanto o programa fechou com um bloco de narração e montagem de falas envolvendo ministros do STF. Em ordem, a edição percorreu temas de STM/STF e 8 de janeiro, regulação de redes e liberdade de expressão, debate trabalhista da escala 6×1, críticas e análises sobre Judiciário e casos em investigação, discussão sobre drogas, além de agenda internacional e segurança pública. Para acompanhar novos conteúdos e atualizações, o programa direcionou a audiência ao Portal Fio Diário.

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Marco Antonio Costa

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