O Massacre da Realidade: Governo Lula Vira as Costas ao Rio e Expõe Sua Perigosa Lógica de Inversão de Valores
Enquanto o Rio de Janeiro se afoga em uma guerra urbana sem precedentes, a recusa do governo federal em oferecer apoio e as declarações que vitimizam criminosos revelam uma política de segurança pública alinhada não com o cidadão, mas com uma perigosa ideologia que protege o crime.
A recente megaoperação das forças de segurança no Rio de Janeiro, que resultou na neutralização de mais de 140 criminosos e na trágica morte de quatro heróis da polícia, não foi apenas um evento de segurança pública. Foi um espelho que refletiu, com nitidez assustadora, a face de um governo federal que, paralisado por sua própria ideologia, opta por dar as costas ao cidadão e flertar com a anarquia. A postura do presidente Lula e de seu Ministro da Justiça, Ricardo Lewandowski, diante do caos, não é apenas um ato de incompetência, mas uma declaração de princípios que inverte a lógica da justiça e coloca a sociedade como refém.
A narrativa oficial que emana de Brasília é um insulto à inteligência do brasileiro e um aceno conivente às facções que aterrorizam o país. Em vez de apoio incondicional às polícias e de solidariedade às vítimas, o que vemos é um esforço contínuo para relativizar o terror e vitimizar os algozes.
A Lógica Invertida: Traficantes como Vítimas, Cidadãos como Culpados
A análise do ex-capitão do BOPE, Rodrigo Pimentel, é um soco no estômago da hipocrisia governamental. Ele descreve com precisão cirúrgica a dissonância cognitiva que domina o Palácio do Planalto e o Ministério da Justiça.
“Na opinião do ministro Lewandowski essa ação não configura uma ação de terrorismo (…) na opinião do presidente Lula esses fascínoras que mataram essa senhora de sessenta anos de idade na verdade são as verdadeiras vítimas. Os algozes são os usuários de maconha.”
Essa declaração presidencial, de que o traficante é “vítima do usuário”, não é um mero deslize retórico; é a pedra fundamental de uma visão de mundo que desresponsabiliza o criminoso por seus atos. É a mesma lógica que permite ao Ministro da Justiça assistir a bandidos usando drones para lançar bombas sobre policiais, fechando avenidas com ônibus incendiados, e ainda assim negar a natureza terrorista de tais atos.
Enquanto o governo federal se perde em malabarismos semânticos para proteger sua base ideológica, a realidade impõe sua brutalidade. A operação no Rio foi uma faxina necessária. Trocou tiro com a polícia, atentou contra a ordem pública e a vida de inocentes? O resultado deve ser um só: a neutralização da ameaça. Não há espaço para discussões filosóficas quando fuzis estão apontados para o Estado e para a população.
A Negligência Deliberada do Governo Federal
A ausência do governo federal na crise não foi acidental. Foi uma escolha. O governador Cláudio Castro revelou ter solicitado ajuda federal por três vezes, recebendo negativas protocolares como resposta. Lewandowski, em um ato de desfaçatez, chegou a negar o recebimento dos pedidos, sendo prontamente desmentido por ofícios protocolados.
A desculpa apresentada pelo governo Lula para não emprestar veículos blindados é ainda mais surreal: o “receio de perder o veículo para facções criminosas”. Em outras palavras, o governo federal admite sua própria incapacidade e, em vez de reforçar o Estado, recua, temendo o poderio do crime que ele próprio se recusa a combater com a devida seriedade. É a confissão de um Estado falido, que prefere a omissão à confrontação.
A verdade é que o governo não quer as Forças Armadas combatendo o crime organizado em grande escala. Cada dia uma nova razão, uma nova desculpa, para não colaborar. A mensagem é clara: o problema é do estado; a responsabilidade, que deveria ser compartilhada, é convenientemente terceirizada.
Os Heróis que o Governo Ignora
Enquanto Brasília debate narrativas, quatro famílias choram a perda de seus entes queridos, que tombaram em serviço. É imperativo honrar seus nomes:
- Marcos Vinícius Cardoso, 50 anos, chefe de investigação da Polícia Civil.
- Rodrigo Velloso Cabral, 34 anos, policial civil.
- Cleyton Serafim Gonçalves, 40 anos, sargento do BOPE.
- Weber Carvalho da Fonseca, 39 anos, sargento do BOPE.
Suas vidas foram ceifadas defendendo a sociedade que o governo federal parece desprezar. A ausência de uma manifestação contundente do presidente da República lamentando essas perdas é um silêncio ensurdecedor, que revela onde residem suas verdadeiras prioridades.
A Raiz Ideológica da “Bandidolatria”
Não se pode analisar a situação atual sem compreender a sua origem ideológica. A esquerda brasileira, em sua incansável busca por “oprimidos”, encontrou no criminoso a figura ideal da “vítima da sociedade”. Essa visão, que permeia a academia, a mídia e, agora, o mais alto escalão do poder, é a principal responsável pelo desmonte da segurança pública.
É essa mentalidade que explica a comemoração de detentos com a eleição de Lula. É ela que explica os 90% de votos que o atual presidente recebeu nos presídios. Existe um “diálogo cabuloso” entre o partido no poder e as cúpulas do crime organizado, como já foi admitido por seus próprios integrantes. Segurança pública de esquerda não existe; o que existe é uma política de insegurança pública, que dificulta o trabalho policial e garante a manutenção do caos, usado como palanque político.
Pontos-Chave da Análise:
- Negativa Tripla: O Governo Federal negou por três vezes os pedidos de apoio do Governo do Rio de Janeiro para a operação.
- Inversão de Valores: O presidente Lula classificou traficantes como “vítimas” dos usuários de drogas, isentando-os da responsabilidade por seus crimes.
- Negação do Terror: O Ministro Lewandowski se recusou a classificar como terrorismo atos como o uso de drones com bombas e o incêndio de ônibus para bloquear vias.
- O Custo Humano: Quatro policiais foram mortos em combate, enquanto o governo federal se omitia e o presidente silenciava sobre suas mortes.
- Desculpa Inaceitável: A justificativa para não ceder blindados foi o medo de que fossem roubados por criminosos, uma confissão de impotência estatal.
Conclusão: O Dever de Reagir
A guerra no Rio de Janeiro expôs as entranhas de um projeto de poder que é leniente com o crime e hostil com as forças da lei. A operação policial não foi um “massacre” de inocentes, como tenta pintar a militância disfarçada de imprensa e os atores canastrões em vídeos virais. Foi a resposta legítima de um Estado que, ao menos no nível estadual, ainda se recusa a entregar os pontos.
A maior preocupação do brasileiro hoje, segundo todas as pesquisas, é a segurança pública. O governo Lula não apenas falha miseravelmente em responder a este anseio, como atua na contramão, fortalecendo a narrativa que beneficia os criminosos. A batalha do Rio de Janeiro é um alerta para todo o Brasil. Ou a sociedade reage e cobra uma postura firme e inequívoca de seus governantes, ou seremos todos engolidos pela lógica perversa que chama bandido de vítima e polícia de algoz.
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