SHOW DA MANHÃ 03/03/2026 – FIM DA LINHA PARA LULA? – TRUMP NÃO IRÁ RECUAR

O Show da Manhã 03/03/2026, apresentado por Marco Antônio Costa no canal do Fio Diário, reuniu Karina Michelin, Gustavo Segre e o vereador Malcon Mazzucatto para comentar, em sequência, temas de política interna e externa. Ao longo do programa, os participantes discutiram alegações sobre “Lulinha” e o “careca do INSS”, a atuação de CPIs/CPMIs e críticas ao STF, além de análises sobre o conflito envolvendo EUA, Irã e Israel. Na parte final, o Show da Manhã 03/03/2026 também abordou Lei Rouanet, disputas culturais e propostas de reformas institucionais.

Mais análises e cobertura política no Portal Fio Diário. Para contexto internacional sobre o tema Irã–Israel, veja também a cobertura da BBC News (Oriente Médio).

Abertura do Show da Manhã 03/03/2026 e apresentação dos convidados

O programa começou com Marco Antônio Costa dando bom dia à audiência do YouTube e das rádios parceiras, citando uma reunião em Curitiba e fazendo um apelo para que o público compartilhasse a transmissão. Em seguida, ele apresentou Karina Michelin, Gustavo Segre (participação especial) e Malcon Mazzucatto, com comentários descontraídos entre os participantes antes de entrar nos temas políticos.

Trechos do episódio

  • [01:53] “bom dia sejam bem-vindos a mais um Show da Manhã” — ver trecho
  • [04:26] “elas saem do supremo ou saem do bumbum do Alcolumbre” — ver trecho

“Lulinha” e “careca do INSS”: alegações, CPMI e debate sobre “blindagem”

Na sequência, Marco Antônio Costa introduziu o “fenômeno do Lulinha” e exibiu um trecho atribuído ao senador Eduardo Girão, no qual ele afirma que “Lulinha” teria admitido a interlocutores ter recebido dinheiro e viajado com o “careca do INSS”, mencionado como ligado a fraudes contra aposentados. Após o vídeo, Marco perguntou a Karina Michelin sobre a ideia de que haveria “super cidadãos” que circulariam internacionalmente apesar de suspeitas.

Karina afirmou que o país estaria vendo uma possível “blindagem” envolvendo o filho do presidente e aliados, mencionando habeas corpus e limitações a CPIs/CPMIs. Em seguida, Marco trouxe um trecho de Carlos Viana defendendo que a votação sobre quebra de sigilo teria seguido o regimento e que o governo teria perdido por falta de articulação.

Gustavo Segre comentou que, mesmo com a discussão no Senado, haveria investigação paralela na Polícia Federal e questionou o que “Lulinha” estaria fazendo em Madrid, citando dúvidas sobre empresa contratante e atribuições. Malcon Mazzucatto avaliou que CPIs (INSS, crime organizado e Banco Master) poderiam convergir e que casos envolvendo familiares e autoridades estariam “furando a bolha”, chegando ao público com exemplos de gastos e valores mencionados no debate.

Trechos do episódio

  • [06:30] “o Lulinha assume… recebeu dinheiro do careca do INSS” — ver trecho
  • [11:50] “não houve nenhum erro na votação… seguimos o regimento” — ver trecho
  • [12:56] “o que que o Lulinha está fazendo em Madrid” — ver trecho
  • [17:44] “a CPMI do INSS… a futura CPI aí do banco master” — ver trecho

Críticas a Brasília, gastos e transição para o conflito no Oriente Médio

Após a discussão sobre CPIs, o programa ampliou o foco para críticas ao que os participantes descreveram como distanciamento de Brasília da realidade cotidiana. Marco Antônio Costa citou exemplos de altos valores e mencionou nomes e contratos que, segundo ele, ilustrariam uma “casta” em contraste com dificuldades de serviços públicos. Malcon citou ainda a FAB e afirmou haver contraste entre restrições operacionais e viagens de autoridades.

Na transição para política externa, Marco pediu likes e explicou o estilo do programa antes de introduzir declarações de Celso Amorim sobre o conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã. Gustavo Segre respondeu criticando a comparação entre pena de morte e o tratamento de mulheres no Irã, e o debate seguiu para temas de direitos humanos e segurança.

Trechos do episódio

  • [20:32] “Brasília virou um negócio… uma aberração descolada da realidade” — ver trecho
  • [22:08] “vamos colocar o celso amorim falando… no oriente médio” — ver trecho
  • [25:55] “tem meninas menores de idade em Irã… são estupradas” — ver trecho

Irã, Israel e EUA: narrativas, urânio e cobertura da mídia

O debate internacional ganhou força com Marco lendo um post com frases atribuídas a militantes e intelectuais, relacionando o tema a “discurso de ódio” e violência política. Malcon disse ver método em rotulações e relatou receber ameaças, argumentando que isso poderia influenciar a forma como a mídia noticia ataques.

Em seguida, foi exibido um trecho de Reinaldo Azevedo afirmando ter “horror ao regime iraniano”, mas questionando a fundamentação de uma guerra e dizendo que seria “mentira” a ideia de ataque iminente do Irã aos EUA. Karina Michelin respondeu descrevendo o que chamou de “movimento revolucionário” conectado a grupos e regimes, mencionando falta de transparência e citando um episódio de navio iraniano no Brasil sob sigilo.

Gustavo Segre detalhou percentuais de enriquecimento de urânio e argumentou que níveis elevados não seriam compatíveis com uso apenas energético. Na sequência, o programa exibiu fala de um porta-voz das Forças de Defesa de Israel, Rafael Rosenshain, descrevendo ataque com míssil em área residencial e defendendo a distinção entre alvos civis e militares. O bloco também incluiu um áudio da GloboNews com análise eleitoral sobre impactos do conflito para republicanos e Donald Trump, o que Marco criticou por considerar um enfoque “eleitoral” em vez de “moral”.

Trechos do episódio

  • [28:06] “eu defendo um bom paredão… torço pra que Bolsonaro morra” — ver trecho
  • [33:09] “o Irã estava prestes a fazer a bomba… isso é mentira” — ver trecho
  • [38:07] “de dois por cento até cinco por cento… acima de sessenta” — ver trecho
  • [42:44] “pelo menos quarenta prédios civis foram atingidos nesse ataque” — ver trecho
  • [48:57] “Donald Trump pode dar um resultado… muito ruim” — ver trecho

Lei Rouanet no Show da Manhã 03/03/2026: Caetano Veloso e prioridades de gasto

Já na reta seguinte, Marco Antônio Costa abriu o quadro “Além da Imaginação” com vinheta e comentou notícia sobre liberação de captação de R$ 1,6 milhão via lei de incentivo para espetáculo em homenagem a Caetano Veloso. Malcon criticou o que descreveu como concentração de recursos em artistas consagrados, citando reclamações de artistas de rua e defendendo que o tema chegasse a públicos fora da audiência habitual.

Karina Michelin afirmou que, além da captação, haveria cobrança de ingressos, o que, na visão apresentada por ela, faria o público “pagar mais de uma vez”. Ela também contrastou a discussão com casos de famílias buscando medicamentos caros para crianças com doenças graves. Gustavo Segre, antes de se despedir, disse que recusou usar incentivo público para sua peça e comparou valores destinados a projetos culturais com repasses a tragédias, defendendo que incentivo deveria priorizar quem não tem visibilidade.

Trechos do episódio

  • [58:26] “vocês irão viajar para outra dimensão… além da imaginação” — ver trecho
  • [58:41] “governo Lula liberando captação… um milhão e seiscentos mil” — ver trecho
  • [01:03:23] “cobram o ingresso do povo pra assistir” — ver trecho
  • [01:06:52] “eu montei uma peça… socorro meu pai argentino de direita” — ver trecho

“Crimes em série do STF”, Roda Viva e prisão domiciliar negada a Bolsonaro

Depois, o programa entrou em um bloco sobre vida privada de políticos de esquerda (em tom de comentário sobre notícia de repercussão) e, na sequência, avançou para o quadro “Crimes em série do Supremo Tribunal Federal”. Marco explicou que não exibiria vídeo do Roda Viva para evitar strike e colocou um áudio de Alessandro Vieira. No trecho, o senador criticou a ausência de mecanismos de controle sobre o STF, citando CNJ e corregedoria, e disse que reações a tentativas de transparência seriam “brutais”.

Na continuidade, o programa exibiu uma leitura noticiosa informando que Alexandre de Moraes teria negado novamente prisão domiciliar a Jair Bolsonaro, citando um documento de 28 páginas e a avaliação de que a unidade prisional atenderia às necessidades do ex-presidente. Os participantes discutiram o tema sob a ótica de competências institucionais, decisões judiciais e o papel de CPIs/CPMIs, com Karina mencionando o que chamou de “garantismo seletivo” e citando habeas corpus que, segundo ela, esvaziariam prerrogativas do Legislativo.

Trechos do episódio

  • [01:29:50] “o STF já decidiu que não se submete ao cnj” — ver trecho
  • [01:36:38] “Alexandre de Moraes negou mais uma vez a prisão domiciliar” — ver trecho
  • [01:43:31] “o garantismo voltou… para o banco master” — ver trecho

Reforma judicial na Itália, reforma política e “guerra cultural”

No trecho final com Karina Michelin, ela mencionou um referendo na Itália em 23 de março sobre reforma da justiça e separação de funções, defendendo o voto “sim” para eleitores italianos no Brasil. Após a saída de Karina, Marco e Malcon seguiram com leitura de mensagens e comentários sobre instituições, previsibilidade e reformas no Brasil, incluindo críticas à desproporcionalidade na Câmara e à concentração de poder na União, com menção à reforma tributária.

Malcon também defendeu que a direita se organize, citando a internet como fator que ampliou vozes e a necessidade de atuação em cultura e educação. O programa encerrou com despedidas e, depois, um VT final com narração crítica ao STF e trechos de debates no plenário, incluindo falas identificadas como de Luís Roberto Barroso, Alexandre de Moraes e menção a resultado de votação no TSE envolvendo Luiz Edson Fachin.

Trechos do episódio

  • [01:53:06] “na Itália… dia vinte e três de março… referendo sobre a reforma” — ver trecho
  • [01:59:54] “a discussão é de constituinte… bicameral ou unicameral” — ver trecho
  • [02:14:08] “as pesquisas já apontam… empate técnico… rejeição do Lula” — ver trecho
  • [02:17:31] “enquanto o Brasil é saqueado e a democracia se desfaz” — ver trecho

Ao longo do Show da Manhã 03/03/2026, Marco Antônio Costa e os convidados organizaram a conversa em blocos que foram de alegações sobre “Lulinha” e a CPMI do INSS a críticas institucionais ao STF, passando por análises do conflito no Oriente Médio e debates sobre financiamento cultural via Lei Rouanet. No encerramento, o programa voltou a enfatizar reformas políticas, estratégias de comunicação e o que os participantes chamaram de “guerra cultural”, com chamada final para engajamento do público. A cobertura completa e novos desdobramentos podem ser acompanhados no Portal Fio Diário.

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Marco Antonio Costa

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