O pré-candidato à Presidência da República Flávio Bolsonaro (PL-RJ) reforçou sua segurança depois que um levantamento apontou mais de 2 mil ameaças contra sua vida e integridade física. Entre as medidas adotadas estão o uso diário de colete à prova de balas, o aumento da equipe de escolta e a criação de um centro de monitoramento para acompanhar sua agenda durante 24 horas.
Segundo a equipe do senador, a análise feita pela inteligência da Polícia do Senado identificou 868 ameaças diretas de morte, 647 mensagens com incentivo à violência, 640 referências codificadas e 133 conteúdos relacionados ao planejamento ou à oportunidade de ataques.
Flávio diz que vai manter agenda
Apesar do reforço na segurança, o pré-candidato afirma que continua participando de eventos e viagens pelo país. Em declaração divulgada por sua equipe, o senador disse que não pretende mudar a rotina por causa das ameaças e que seguirá cumprindo os compromissos da pré-campanha.

Antes de anunciar as novas medidas, Flávio havia recusado a proteção oferecida pela Polícia Federal aos pré-candidatos à Presidência. Ele informou que continuará utilizando a estrutura de segurança da Polícia Legislativa do Senado e defendeu que agentes da PF sejam direcionados para outras investigações. A decisão de ampliar a proteção ocorre em meio ao avanço das articulações para a disputa eleitoral de 2026 e mantém o tema da segurança de candidatos no debate político.




