A presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Cármen Lúcia, informou nesta quinta-feira (9) que deixará o comando da Corte antes do término previsto do mandato.
A saída ocorreria em 3 de julho, mas a ministra decidiu antecipar a transição. A medida, segundo ela, busca ampliar o período de preparação para as eleições de outubro.
Após saída de Cármen Lúcia, eleição para a nova presidência já tem data
Com a decisão, a eleição para a nova presidência foi marcada para 14 de abril. A posse do sucessor, o ministro Nunes Marques, e do vice, André Mendonça, está prevista para maio.
De acordo com a ministra, a mudança permite maior tempo para a organização do processo eleitoral. Caso a substituição ocorresse apenas no fim do mandato, o novo presidente teria cerca de 100 dias para conduzir os preparativos.
“Decidi que, ao invés de deixar para o último dia de mandato, em 3 de julho, a sucessão da presidência deste Tribunal Superior Eleitoral se inicie antes, com os procedimentos para eleição dos novos dirigentes da Casa e o processo de transição, para garantir equilíbrio e tranquilidade na passagem das funções”, disse.
A ministra também afirmou que a antecipação permitirá dedicação às atividades no Supremo Tribunal Federal.




