CONDIÇÃO ESPECIAL: ATÉ 66% OFF NO FIO DIÁRIO+ POR TEMPO LIMITADO

Lula retoma promessa de criar Ministério da Segurança Pública que não aconteceu

Lula retoma promessa de criar Ministério da Segurança Pública que não aconteceu
Foto: Reprodução/Folhapress

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) voltou a prometer a criação de um Ministério da Segurança Pública caso seja reeleito. A proposta foi incluída no plano de governo registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para a eleição de 2026, mesmo tendo sido apresentada pelo próprio Lula na campanha de 2022 e não implementada durante o atual mandato.

Desta vez, a criação da nova pasta está ligada à aprovação da PEC da Segurança Pública, que já passou pela Câmara dos Deputados, mas ainda está parada no Senado. A proposta prevê que o novo ministério coordene, junto com estados e municípios, as políticas nacionais de segurança.

Lula amplia Desenrola e Minha Casa, Minha Vida com MP
Foto: Wilton Junior

Promessa volta em meio à pressão por segurança pública

A ideia de separar a Segurança Pública do Ministério da Justiça voltou a ganhar força em 2025 e avançou no discurso de Lula ao longo de 2026. Em maio, o presidente afirmou que criaria a nova pasta 15 dias depois de o Senado aprovar a PEC e pediu ao presidente da Casa, Davi Alcolumbre (União-AP), que colocasse o texto em votação. A proposta, porém, não avançou desde que chegou ao Senado e não deve ser analisada antes das eleições de outubro.

Governo pede aval do Senado para contratar R$ 5 bilhões em empréstimos
(Foto: Reprodução/Estadão)

Na formação do atual governo, Lula decidiu manter Justiça e Segurança Pública sob uma mesma estrutura. A escolha ocorreu apesar da promessa feita durante a campanha anterior. Na época, o então ministro Flávio Dino defendia a manutenção das duas áreas em uma única pasta.

A nova promessa coloca novamente a segurança pública no centro da campanha presidencial. O tema ganhou espaço diante da pressão por medidas mais efetivas contra o crime organizado, enquanto a proposta de criar uma pasta exclusiva ainda depende de uma decisão do Congresso que não saiu do papel.

STF entra em recesso e adia julgamentos importantes para agosto
Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil
Compartilhe:

Assine o fio diário+

Venha fazer parte dessa luta pela liberdade e pelo fim do monopólio da comunicação do consórcio que hoje domina e manipula a mente de milhões de brasileiros.

Marco Antonio Costa
Receba dicas e recursos gratuitos diretamente na sua caixa de entrada, inscreva-se, agora!

Publicidade

Banner 300x250 00000 1