O Partido dos Trabalhadores (PT) oficializou neste domingo (2) a candidatura do presidente Luiz Inácio Lula da Silva à reeleição. A convenção nacional, realizada em São Paulo, também confirmou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB) na chapa para a disputa de outubro.
O lançamento da candidatura ocorreu em um momento de pressão política para o Palácio do Planalto. Além da alta rejeição registrada em pesquisas recentes, a campanha começa enquanto o filho do presidente, Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, é alvo de investigações que seguem em andamento, tema explorado por adversários durante a pré-campanha.

Lula pede união e mira quarto mandato
Durante o evento, Lula afirmou que disputará a última eleição de sua carreira política e defendeu a continuidade de seu governo. O presidente voltou a pedir união entre os partidos aliados e disse que pretende ampliar investimentos em áreas como educação, defesa e infraestrutura caso seja reeleito.
A convenção reuniu dirigentes do PT, parlamentares, governadores aliados e militantes. O ato marcou o início oficial da candidatura, embora a campanha eleitoral só comece no período definido pela Justiça Eleitoral.
A partir de agora, a disputa pelo Palácio do Planalto entra em uma nova fase, com as convenções partidárias definindo as chapas que estarão nas urnas em outubro. Enquanto o PT busca a reeleição de Lula, a oposição tenta transformar temas como economia, segurança pública e investigações envolvendo pessoas próximas ao governo em eixos centrais da campanha.




